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sábado, 10 de outubro de 2015

Água em Marte e filme com Matt Damon: coincidência ou conspiração?


É possível que a agência espacial americana tivesse segurado a informação astronômica mais importante do ano para ajudar no marketing do longa Perdido em Marte? Spoiler: Sim, mas calma.

Em uma cena do filme Perdido em Marte, o ator Jeff Daniel, que interpreta o diretor da Nasa, diz: “Quando alguma missão falha, as pessoas esquecem do por que voamos para o espaço”. A fala não é um conselho de mãe com roupagem astronômica.

De fato, como escreveu o psicólogo americano Roy F. Baumeister, da Universidade da Flórida, em um artigo para o The Review of General Psychology, acontecimentos ruins têm um impacto maior do que os bons no nosso cérebro.

Por isso, não será surpresa se você sair da sessão do novo filme de Ridley Scott com três grandes dúvidas: 1) “Peraí, o Matt Damon desnutrido empurrou a tampa de um foguete de 400 kg com as costas?”; 2) “Os astronautas fazem reparações do lado de fora das espaçonaves, em órbita, sem nem uma cordinha para segurar? Eles não assistiram ao filme Gravidade?”; e 3) “Será que o longa é uma grande propaganda da Nasa?” Provavelmente, a resposta para a última questão é não, mas nem por isso deixa de fazer sentido.

Qualquer pessoa mais atenta deve ter achado estranho o fato de a agência espacial americana ter divulgado a existência de água em Marte exatamente na mesma semana do lançamento do filme.

Seria possível que a Nasa tivesse segurado a informação para as pessoas ficarem animadas com a possibilidade de uma viagem tripulada ao planeta vermelho e, assim, conseguir apoio público para seus programas espaciais, esquecendo possíveis futuras falhas e mantendo a chama do glamour das viagens interplanetárias acesa em nossos corações? Ou melhor: será que tudo não passa de um golpe de marketing do filme? É nessa hora que o sensor interior de teoria da conspiração explode. Mas vamos aos fatos:

1) A Nasa já era fã do livro que deu origem ao filme, escrito por Andy Weir, e trabalhou na produção do filme para garantir a precisão científica da obra. Em entrevista à revista Wired, Weir comentou: “Eles adoraram o livro e viram a obra como uma oportunidade para engajar as pessoas nas viagens espaciais”. Isso quando eles nem sabiam que Matt Damon interpretaria um colega de trabalho.

2) Enquanto o mundo estava surpreso com a descoberta marciana, Ridley Scott bocejava. O diretor do filme afirmou ao jornal The New York Times que a Nasa já havia contado a ele sobre a existência de água em Marte há dois meses. Scott disse ainda que isso teria mudado o enredo do filme, se a produção já não tivesse acabado.

3) A coincidência já aconteceu antes. Algumas versões em DVD do filme 2001: Uma Odisséia no Espaço, contém extras com um discurso do escritor Arthur C. Clarke, autor do livro em que o filme foi baseado, no qual ele afirma: “Nas últimas semanas, os astrônomos estão animados com as frequências de rádio vindas de um ponto entre as estrelas Vega e Altair, que devem ter uma explicação natural, mas cujas características são tão extraordinárias que ainda não há nenhuma explicação plausível”. Ou seja, bem no lançamento de 2001, na década de 1960, a Terra estava recebendo ligações de ETs? Com uma notícia assim, não seria difícil encontrar pessoas animadas em ver um filme que tratasse do assunto.

4) A Nasa planeja enviar seres humanos a Marte e ela precisa de dinheiro público para isso. Sim, a agência é um órgão do governo, e, apesar da realidade americana ser bem diferente da do Brasil, ela precisa do dinheiro dos cidadãos para sobreviver. Caso a opinião pública se voltasse contra o órgão, como eles realizariam todas as cinco missões necessárias para conseguir enviar Matt Damon, ou qualquer outra pessoa, a Marte em 2030, conforme o plano?

Nem sempre a importância de se fazer investigações espaciais são evidentes. Nem sempre são óbvios os motivos que fazem um governo aumentar em U$ 6 bilhões a verba de um programa espacial (sim, Obama fez isso!), enquanto problemas graves acontecem na Terra. Logo, como afirmou o jornal The Guardian, se os cientistas da Nasa, a indústria cinematográfica e seus respectivos assessores de imprensa têm um interessem em comum — o qual, por sinal, diz respeito a toda humanidade e ao futuro dela — por que não?

Fonte: Galileu

domingo, 4 de outubro de 2015

"Raça humana terá que sair da Terra para sobreviver", diz Stephen Hawking


O físico britânico Stephen Hawking afirmou em entrevista ao jornal espanhol El País que a sobrevivência da raça humana "vai depender da capacidade de encontrarmos novos lugares do Universo". A entrevista foi publicada na sexta-feira (25) e pode ser lida na íntegra no site do jornal.

"O risco de que um desastre destrua a Terra é cada vez maior. Então, eu gostaria de despertar o interesse do público pelos voos espaciais . Eu aprendi a não olhar para o futuro distante e a me concentrar no presente. Ainda há muito mais coisas que eu quero fazer", concluiu o cientista ao ser perguntado sobre o destino da raça humana.

Ao ser questionado o que seriam as coisas que gostaria de fazer, disse: "Viajar ao espaço com a Virgin Galactic (empresa de turismo espacial)". O cientista está em Tenerife, nas Ilhas Canárias, para o festival científico Starmus.

Ao ser questionado se era possível ser um bom cientista e acreditar em Deus, afirmou: "Uso a palavra Deus para um sentido impessoal, assim como fazia Einstein, para me referir às leis da natureza", disse. O jornalista então pergunta se ele acredita que algum dia as pessoas irão abandonar a religião e Deus para explicar o Universo. "As leis da ciência bastam para explicar a origem do Universo. Não é necessário invocar a Deus", concluiu.

Fonte: UOL

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

NASA descobre evidência de água líquida na superfície de Marte




Algumas montanhas de Marte possuem veios estreitos de água salgada líquida escorrendo em suas encostas, revela um estudo divulgado hoje pela Nasa.

Essas formações, que já haviam sido reveladas antes em imagens do planeta, já eram apontadas como possivelmente originadas de salmouras, mas só agora surgiram evidências diretas do fenômeno.

Essas "linhas de encosta recorrentes", tal qual foram batizadas pelos cientistas, são faixas estreitas, com menos de 5 metros de largura, que aparecem durante períodos quentes em diversas regiões de Marte. As linhas se alongam durante algum tempo e depois encolhem.

"Elas são faixas escuras que se formam no fim da primavera, crescem no verão e desaparecem no outono", afirmou Michael Meyer, chefe do programa de exploração de Marte da Nasa, em entrevista coletiva para apresentar a descoberta.

Cientistas não conseguiam confirmar a natureza do fenômeno, porque a resolução das imagens das melhores sondas no planeta não permitia fazer imagens nítidas de estruturas tão estreitas.

A hipótese de que as linhas observadas eram salmoura líquida saiu das temperaturas registradas no local no verão marciano, acima de -23°C. Água com alta concetração de sal, com ponto de derretimento mais baixo, pode existir na forma líquida nessa faixa de temperatura.

Um grupo de pesquisadores operando a sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiter), porém, desenvolveu um método para contornar o problema das imagens sem resolução. Lujendra Ojha, cientista nepalês do Instituto de Tecnologia da Georgia, e seus colegas conseguiram extrair de imagens com um único pixel os dados espectrais -- separação da luz em diferentes frequências -- capazes de revelar a composição de substâncias.

As informações obtidas pelos pesquisadores estão de acordo com o espectro de sais minerais hidratados, reforçando a hipótese de que os veios recorrentes são formadas com cristais de sal absorvendo umidade marciana. Estão presentes na solução sais de cloro e oxigênio, como cloratos e percloratos, mas não se sabe ainda se essas substância captam água da atmosfera ou do solo.

Vida marciana?
A importância da descoberta está sendo realçada pelo que os cientistas escreveram. "Determinar se água líquida existe na superfície marciana é central para a compreensão do ciclo hidrológico e para o potencial da existência de vida em Marte", escreveu Ojha em estudo publicado hoje na revista "Nature Geoscience".

Ainda que a existência do líquido em Marte seja uma novidade, diz o pesquisador, não é possível dizer ainda que as condições nos córregos de salmoura temporários permitiria a existência de vida. Na Terra, o centro do deserto do Atacama, extremamente árido, é o único lugar parecido com essas condições onde já se viu vida microbiana.

"Se as linhas de encosta recorrentes se formam como resultado da delinquescência [absorção de umidade] de sais percloratos, elas podem fornecer condições úmidas transitórias na superfície de Marte, apesar de a atividade da água nas soluções de perclorato ser baixa demais para sustentar a vida de tipo terrestre."

A direção da Nasa, porém, foi mais incisiva em destacar a importância da descoberta para a busca de vida fora da Terra. "Isso sugere que é possível que vida exista em Marte hoje", afirmou John Grunsfeld, diretor de missões científicas, em entrevista coletiva.

A perspectiva de uma eventual viagem tripulada a Marte no futuro também precisa ser recalculada. As linhas d'água sazonais se tornam agora candidatas a visitação tanto pelo interesse em se estudá-las quanto como possível fonte de água para abastecer astronautas.

Fonte: G1

domingo, 20 de setembro de 2015

Sonda Cassini captura uma das melhores fotos da história espacial


A NASA publicou uma foto impressionante de Dione, uma lua de Saturno, movendo-se na frente do planeta, sobre os característicos anéis planetários.

A imagem foi obtida com uma técnica de espectro visível verde, graças a uma câmera localizada na nave espacial tripulada Cassini, que está orbitando Saturno desde 2004. Essa missão espacial já registrou fotos de qualidade topográfica, tanto do satélite Dione quando de outras luas ao redor de Saturno.

Chamada de “Dione sobre os anéis”, a imagem faz parte de uma série de fotos registradas durante a observação do fenômeno de passagem astronômica. E o trabalho acabou se mostrando fundamental para a medição e cálculo das órbitas dos planetas e seus satélites naturais, contribuindo para o aprofundamento do conhecimento da atmosfera e objetos celestes, de acordo com um comunicado da NASA.

No mês passado, a sonda Cassini fez a sua última aproximação de Dione. É provável que seu destino final seja se encontrar com a superfície de Saturno, o que ocorrerá dentro dos próximos dois anos.

Fonte: History

domingo, 30 de agosto de 2015

Astronautas fotografam fenômeno raro de descargas elétricas vermelhas



Astronautas da ISS (Estação Espacial Internacional) fotografaram nesta quinta-feira um fenômeno raro e misterioso: os sprites vermelhos.

Os sprites são raios que têm origem na parte superior da atmosfera. Segundo os astronautas, estima-se que esses raios se estendam por 100 quilômetros desde a superfície da Terra.

Desde 1989, a Nasa (Agência Espacial Americana) tenta registrar esses fenômenos e aprender mais sobre eles, mas os sprites continuam um mistério para o homem.

Uma das hipóteses sobre como eles se formam é que eles sejam causados por raios raros, porém intensos, chamados 'raios positivos'.

Fonte: BOL

sábado, 25 de julho de 2015

Polígonos encontrados em Plutão desafiam cientistas


Novas fotos transmitidas pela primeira espaçonave a visitar Plutão mostraram estranhas formas poligonais e colinas suaves em uma planície sem crateras, indicações de que esse mundo gelado é geologicamente ativo, disseram cientistas do projeto New Horizons na sexta-feira.

"Não tínhamos ideia de que Plutão teria uma superfície geologicamente jovem", disse o chefe de pesquisas, Alan Stern, do Instituto de Pesquisa do Sudeste em Boulder, Colorado. "É uma surpresa maravilhosa."

A meta da missão New Horizons, que custou 720 milhões de dólares, é mapear as superfícies de Plutão e sua lua primária, Charon, avaliar quais materiais elas contêm e estudar a atmosfera do planeta.

Lançada em 2006, a espaçonave viajou quase 5 bilhões de quilômetros até passar pelo sistema de Plutão na terça-feira. Apenas 1 por cento dos 50 gigabytes de dados registrados nos 10 dias que levaram à passagem do equipamento pelo planeta-anão foram transmitidas de volta à Terra.

Mesmo assim, os primeiros resultados mostram que Plutão, onde as temperaturas na superfície chegam a menos 240 graus Celsius, está desafiando teorias sobre como corpos gelados podem gerar calor para redesenhar sua aparência na superfície.

Por exemplo, uma região brilhante, em forma de coração, perto do equador de Plutão, não tem crateras de impacto, indicando que a superfície tem mais ou menos 100 milhões de anos de idade, um piscar de olhos no calendário geológico.

"Está provavelmente obtendo sua forma atualmente através de processos geológicos. Podem ter apenas uma semana de idade, até onde sabemos", disse o geólogo Jeffrey Moore, do Centro de Pesquisas Ames, da Nasa, em Moffett Field, Califórnia, a repórteres, durante teleconferência.

Uma seção plana está cortada em formas poligonais de 19 a 32 quilômetros de largura, delineadas por bordas rasas, algumas das quais possuem material escuro. Ainda mais enigmáticas são as cadeias de colinas ao redor dos polígonos.

"Suspeitamos que as colinas podem ter aparecido após serem pressionadas para cima junto às divisões", disse Moore.

Outra possibilidade é de que a planície esteja erodindo ao redor das colinas, deixando para trás montes compostos de um material mais resistente.

"Não sabemos quais dessas duas explicações são corretas", disse Moore.

Fonte: Yahoo!

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Imagem da Curiosity mostra suposto fóssil no solo de Marte


Mais uma imagem vinda do robô Curiosity, da Nasa, que está em Marte, intriga seres humanos. Rodando na web, ela mostra o que seria um suposto esqueleto no chão marciano. Isso provaria, é claro, que existiu ou existe vida por lá.

A imagem não demorou para despertar os teóricos da conspiração de sempre. Jeffery Pritchett, do Reino Unido, afirmou com certeza que se trata de uma vida fossilizada.

Em Marte desde agosto de 2012, a Curiosity já foi responsável por outras polêmicas. Ela mostrou, por exemplo, imagem na qual aparecia uma rocha em formato de pirâmide perfeita. Na hora, foi comparada às pirâmides do Egito.

Apesar de toda a movimentação dos teóricos da conspiração e da polêmica causada na web, a Nasa não se manifestou sobre a imagem.

Fonte: Yahoo!

terça-feira, 21 de julho de 2015

Depois de Plutão, 6 projetos que devem revolucionar a forma como vemos o espaço

 

Agência Europeia e Nasa têm planos de enviar sondas para o Sol, as luas de Júpiter e até para redirecionar asteroides.

ExoMars

A missão ExoMars visa descobrir, basicamente, se há ou já existiu vida em Marte. Trata-se se um programa conjunto entre a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e a Roscosmos, a agência russa.

Se já existiu vida em Marte, o mais provável é que isto ocorreu nos primeiros bilhões de anos depois da formação do planeta, quando sua superfície era mais quente e úmida do que no presente.

Em 2016, a ESA vai enviar uma nave para pegar amostras da atmosfera marciana e, em 2018, enviará um veículo de seis rodas que pode perfurar o solo chegando até dois metros de profundidade, para buscar eventual matéria orgânica preservada da intensa radiação que o planeta recebe em sua superfície.

Missão de redirecionamento de asteroides

Se a missão Rosetta - bem-sucedida em seu objetivo de pousar em um asteroide - já parecia ambiciosa, esta será ainda mais.

O plano da Missão de Redirecionamento de Asteroides (ARM, na sigla em inglês), da Nasa, consiste em identificar, capturar e fazer o traslado de um asteroide para uma órbita ao redor da Lua para que astronautas, no futuro, possam se aproximar e obter amostras.

A missão ainda está na fase de planejamento, mas se conseguir o financiamento, começará em 2020.

Júpiter

A ESA também tem previsão de enviar em 2022 uma nave para estudar as luas geladas de Júpiter.

A nave, que demorará cerca de oito anos para chegar, sobrevoará Calisto e Europa antes de pousar em Ganimedes, a maior lua do Sistema Solar.

Solar Orbiter

Com a data de lançamento prevista para 2018, a sonda Solar Orbiter (também da ESA) será a primeira a chegar mais perto do Sol, orbitando a apenas 42 milhões de quilômetros da estrela.

Naquela região a intensidade da radiação solar é 13 vezes superior à registrada na Terra e as temperaturas podem chegar aos 520 graus.

Ela fará fotografias e medições desde a órbita interna do planeta Mercúrio para obter dados que permitam conhecer melhor a dinâmica do Sol.

Orion

A nave Orion, da Nasa, está projetada para levar até seis astronautas até as profundezas do espaço.

O objetivo final é levar o homem a Marte até o meio da década de 2030.

Telescópio James Webb

Este telescópio espacial tentará substituir o Hubble.

Os cientistas afirmam que ele tem uma potência cem vezes superior ao antecessor e poderá obter imagens sem precedentes das primeiras galáxias que formaram no início do Universo.

O espelho principal deste telescópio tem um diâmetro de 6,5 metros (em comparação aos 2,4 m do Hubble) e está formado por 18 espelhos hexagonais que, juntos, formam um.

É tão grande que não cabe dentro do lançador. Os espelhos irão dobrados e vão se desdobrar uma vez que o aparato todo já esteja no espaço.

Ao invés de orbitar ao redor da Terra como o Hubble (uma vez a cada aproximadamente 97 minutos a uma altura entre 550 e 600 quilômetros), o James Webb ficará em um ponto conhecido como Lagrange 2, a 1,5 milhão de quilômetros de nosso planeta

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Cientistas descobrem vestígios recentes de água em Marte


A hora que todo mundo espera está chegando: após algumas pesquisas, um grupo de cientistas encontrou vestígios recentes de água em Marte. O estudo foi publicado pela revista Nature Communications.

A descoberta foi realizada através de uma câmera da Nasa e ocorreu em Istok, uma cratera de buracos com menos de um milhão de anos. Por conta do tempo em questão, a conclusão de que os rastros de água são “recentes”.

Os cientistas estudavam a disposição dos barrancos da cratera para compará-los com encostas terrestres e viram fluxos de detritos que teriam tido entre 20 a 60% de água, fenômeno que ocorre, por exemplo, no deserto do Atacama.

Após a importante descoberta, cientistas esperam agora para saber se o fluxo é uma regra ou exceção. A possibilidade de existir vida em Marte, indicam estudiosos, é diretamente proporcional à existência de água por lá.

Fonte: Yahoo!

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Sonda da Nasa descobre que Plutão é maior do que o previsto


Plutão sempre surpreende. Cientistas descobriram que o planeta anão é maior do que se previa, à medida que a espaçonave New Horizons, da Nasa, se aproxima para um voo rente na terça-feira, após uma jornada de quase uma década.
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A sonda, que funciona com energia nuclear, estava em posição para passar no centro de uma zona-alvo de 97 a 145 quilômetros entre as órbitas de Plutão e sua lua principal, Charon, na manhã de terça-feira, disseram gerentes do controle da missão New Horizons, no Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, nos arredores de Baltimore.

Após uma jornada de quase 5 bilhões de quilômetros, traçar essa trajetória é como um jogador de golfe em Nova York acertar com uma tacada um buraco em Los Angels, disse o gerente do projeto, Glen Fountain, a repórteres.

Durante a passagem por Plutão e suas cinco luas, que deve durar 30 minutos, a New Horizons realizará uma série cuidadosamente coreografada de manobras para posicionar suas câmeras e instrumentos para centenas de observações.

Cientistas já descobriram que Plutão, antes considerado o nono e mais distante planeta do Sistema Solar, é maior do que se pensava, com um diâmetro de cerca de 2.370 quilômetros, cerca de 80 quilômetros a mais do que previsões anteriores.

Plutão agora é oficialmente maior do que Eris, um dos centenas de milhares de miniplanetas e objetos parecidos com cometas que circulam a região além de Netuno chamada de Cinturão de Kuiper. A descoberta desta região, em 1992, levou a uma reclassificação oficial de Plutão, que passou a ser chamado de "planeta anão".

E tamanho é documento, mesmo para planetas anões. Ser um pouco maior significa que Plutão consiste significativamente de mais gelo e um pouco menos de água do que o previsto, um detalhe importante para cientistas determinarem a história de como ele e o resto do Sistema Solar foram formados.

"O sistema de Plutão é um remanescente fóssil das origens de nosso Sistema Solar", disse o cientista-chefe da Nasa, John Grunsfeld. "Vamos aprender mais sobre isso."

Fonte: G1

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Robô Curiosity flagra 'pirâmide' em Marte e fomenta discussões sobre vida no planeta


Mais uma evidência ou apenas viagem de quem quer muito que isso aconteça? Imagens divulgadas pela Nasa mostram fotografias tiradas pelo robô Curiosity, que está em Marte desde 2012, que provariam a existência de vida no Planeta Vermelho.

A foto em questão aponta para uma formação rochosa no formato exato de uma pirâmide. Especialistas passaram a discutir o tema e, segundo alguns ufólogos, a pirâmide em questão não é acaso, mas sim “resultado de vida inteligente e de um projeto e certamente não um truque de luz e sombra”.

O fato de a Curiosity ter fotografado essa formação geométrica em específico fomentou ainda mais os discursos daqueles que acreditam ser essa a prova de que existe vida em Marte. Isso porque, para muitos ufólogos, as pirâmides do Egito são obras de extraterrestres.

A Nasa, por sua vez, não comentou a boataria que está rolando na internet após a divulgação da foto. A agencia espacial dos Estados Unidos se limitou apenas a divulgar os resultados da Curiosity e comemorar a nitidez das imagens trazidas pelo robô.

Fonte: Yahoo!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Nave espacial New Horizons está pronta para fotografar Plutão


A nave espacial New Horizons, da NASA, está se preparando para tirar as primeiras fotografias do planeta-anão. Os cientistas esperam divulgá-las publicamente no início de fevereiro.

O caminho da nave espacial até seu objetivo levou nove anos. Durante este tempo o estatuto de Plutão mudou de planeta para planeta-anão.

Agora, a nave está localizada a 200 milhões de quilômetros de Plutão, por isso o planeta-anão será pouco visível nas fotos e será semelhante a um ponto de luz. No entanto, os chefes de projeto estão convencidos que mesmo essas imagens serão extremamente importantes, porque graças a elas os cientistas poderão ajustar a trajetória de outra nave espacial que deverá voar até Plutão em meados de julho.

Lançada do Cabo Canaveral em janeiro de 2006, em uma missão de US$ 700 milhões, a New Horizons "acordou" de um período de hibernação no começo do mês passado. Controladores de voo passaram as últimas semanas preparando a nave para a etapa final e mais importante de sua jornada.

Fonte: Voz da Rússia

sábado, 3 de janeiro de 2015

Objeto encontrado em fazenda no MS é parte de foguete


Objeto que caiu em Santa Rita do Rio Pardo não é radioativo, segundo Agência Espacial Brasileira.

O objeto cilíndrico que caiu em uma propriedade no município de Santa Rita do Rio Pardo, na Chácara Santa Maria, em Mato Grosso do Sul, é um tanque de combustível de um satélite ou de um foguete, segundo informações da assessoria da Agência Espacial Brasileira.

De acordo com a Agência, o objeto é envolto por uma fibra de carbono e não é radioativo, mas só deve ser manuseado por pessoas qualificadas para evitar qualquer tipo de acidente, já que ainda não se sabe se existe qualquer substância que pode causar contaminação à população. A área deve ser isolada pela Defesa Civil e pela polícia local para segurança dos moradores.

Ainda não se sabe quais procedimentos a agência vai tomar em relação ao objeto. A solicitação do material para estudo ainda está sendo analisada pela Agência Espacial Brasileira.

O caso

Uma chuva de meteoros foi vista no céu na madrugada de domingo (28), à 1h45, em Mato Grosso do Sul, deixando muitas pessoas surpresas com o fenômeno. Pessoas no município de Dourados, Nioaque, e Campo Grande puderam assistir ao fenômeno. Na Capital os meteoros puderam ser vistos da Via Morena.

Em vídeos enviados por leitores do Jornal Midiamax, muitos acharam que a chuva de meteoros pudesse ser um avião caindo, outros que o fenômeno fosse óvnis, bolas de fogo. Há relatos de que várias pessoas acionaram a Policia Militar, de Dourados, com medo do que pudesse ser o fenômeno.

Logo após a suposta chuva de meteoros, um objeto cilíndrico caiu em uma propriedade na madrugada de domingo (28), em Ribas do Rio Pardo, na Chácara Santa Maria. De acordo com relatos do proprietário, o objeto caiu distante da sede 50 metros, e tinha peso de 50 quilos, e 1,70 de tamanho. O fato ocorreu logo após uma suposta chuva de meteoros, que pode ser vista em vários municípios do Estado, mas que logo foi tratada como lixo espacial.

Fonte: Midiamax

Instituto espacial vai analisar objeto que caiu do céu em Andradina


Instituto de Pesquisas Espaciais foi acionado para estudar o objeto. Peça de 20 centímetros de diâmetro caiu em um clube da cidade.

O Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais (Inape) foi acionado para analisar o objeto que caiu do céu em um clube na cidade de Andradina (SP), no fim de semana. A peça de metal tem 20 centímetros de diâmetro, oito de altura e parece uma peça de encaixe.

Segundo Gener Silva, presidente do Inape, Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais de Araçatuba (SP), a peça pode ter ligação com a queda de um tanque de um foguete, que entrou na atmosfera da terra quase no mesmo horário, na madrugada de sábado (27) para domingo (28), e atingiu uma propriedade rural a 230 quilômetros de Andradina, em Santa Rita do Pardo (MS).

O objeto foi encontrado pelo caseiro do clube, José Teodoro Martins Blasques, de 69 anos, que procurou a polícia na terça-feira (30). O fato intrigou os moradores da região e até especialistas em astronomia.

“A maior parte destes detritos caem no mar ou em zonas desabitadas. Porém, com o aumento das cidades, encontrar objetos assim está sendo mais comum,” afirma Gener.

Fonte: G1

Como (e por que) a Nasa quer criar uma colônia em Vênus


Responda rápido: qual é o planeta mais próximo da Terra? Se você pensou Vênus, acertou. Por esse e outros motivos, cientistas da NASA defendem a criação de uma colônia humana baseada em espaçonaves na atmosfera do astro.

Com temperaturas de 500°C, a superfície de Vênus não pode ser explorada. Já a atmosfera do planeta apresenta níveis de gravidade, radiação e temperatura parecidos com os da Terra. A ideia é levar até lá veículos movidos a energia solar que vão poder abrigar humanos.

"Dado que a atmosfera de Vênus é um destino bastante hospitaleiro, nós acreditamos que ela poderá ter um papel importante no futuro da humanidade no espaço", afirmou o pesquisador da NASA Dale Arney em entrevista ao site IEEE Spectrum sobre o tema.

Projeto

A ideia é que o projeto para ocupação da atmosfera de Vênus seja desenvolvido em etapas. Primeiro, um robô será enviado para sondar as condições da região.

Depois, uma missão tripulada seguirá para a órbita do planeta. Lá, os astronautas devem passar 30 dias. Posteriormente, naves com humanos serão enviadas para a atmosfera de Vênus até que se estabeleça no local uma ocupação permanente.

Para abrigar pessoas no planeta vizinho, os americanos pretendem desenvolver uma espécie de dirigível com 34 metros de altura e 130 metros de comprimento. Pesando 95 toneladas, o veículo deve contar com mil metros quadrados de painéis solares e um espaço destinado a tripulantes de 21 metros cúbicos.

Um foguete levará esse veículo até Vênus. Lá, ele vai se desacoplar - sendo inflado automaticamente. Já os humanos serão levados ao planeta com a ajuda de espaçonaves capazes de se acoplar ao veículo inflado.

Vênus x Marte

O projeto de colonizar Vênus anima os cientistas. Eles defendem que a ocupação do planeta é mais viável que a de Marte, que tem níveis de radiação 40 vezes maiores que a Terra e fica bem mais distante de nós.

Para se ter uma ideia, uma viagem de ida e volta a Vênus incluindo uma estada de 30 dias terrestres na atmosfera do planeta demoraria 440 dias terrestres. Um passeio do mesmo tipo que tivesse Marte como destino demoraria de 500 a 900 dias terrestres.

Na opinião dos pesquisadores, uma colônia em Vênus poderia servir de preparação para a exploração de Marte. Além disso, essa colônia funcionaria como um centro de pesquisa sobre Vênus e suas características.


Fonte: Exame

domingo, 21 de dezembro de 2014

Sonda Venus Express conclui sua missão


A Venus Express está terminando sua missão de 8 anos, tendo consumido o combustível para fazer manobras na órbita do planeta Vênus, informa uma fonte da Agência Espacial Europeia (ESA).

A sonda havia sido lançada em 9 de novembro de 2005 mediante um foguetão Souyz-FG a partir do cosmódromo de Baikonur com o objetivo de examinar a superfície do planeta e da atmosfera de Vênus.

Em abril de 2008, o engenho espacial terá entrado em órbita de Vênus e, antes de ultrapassar o prazo de funcionamento, transmitiu para a Terra milhares de fotos e informações interessantes sobre o segundo planeta do Sistema Solar. A sonda conseguiu fotografar o polo sul de Vênus.

Nos últimos meses, a Venus Express estava realizando manobras aerobraking nas camadas atmosféricas, o que levou à sua descida devido à falta de combustível. Segundo uma fonte da ESA, a comunicação com a sonda teria sido interrompida em 28 de novembro.

Fonte: Voz da Rússia

domingo, 23 de novembro de 2014

Philae encontra em cometa moléculas que são a base da vida


Moléculas orgânicas e gelo foram encontrados no cometa 67P pela sonda Philae. A descoberta foi anunciada pelo Centro Aeroespacial Alemão (DLR, na sigla em alemão) nesta semana.

A Philae participa da missão Rosetta. Na atmosfera do cometa 67p, ela localizou moléculas orgânicas. Caracterizadas por conterem átomos de carbono, essas moléculas são a base da vida na Terra.

Agora, os cientistas analisam os dados para saber se os compostos orgânicos encontradas são do tipo simples (como o metano e o metanol) ou do complexo (como os aminoácidos, que formam as proteínas).

Além das moléculas orgânicas, Philae também confirmou a presença de gelo na superfície do cometa 67p. De acordo com especialistas do DLR, a camada de gelo do astro é mais dura do que se imaginava anteriormente.

"Nós coletamos uma grande quantidade de dados importantes, que só poderia ser adquirida por meio de contato direto com o cometa", afirmou Ekkehard Kührt, diretor científico do projeto na DLR, em nota divulgada no site do órgão.

Estudos já indicavam a presença de moléculas orgânicas em cometas. A suspeita é que esses astros, surgidos há 4,5 bilhões de anos, tenham trazido compostos orgânicos do espaço para a Terra.

Fonte: MSN

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Rússia terá sua própria estação espacial


A Rússia começará em 2017 a construir sua própria estação espacial orbital, para sua criação poderá ser usada uma parte de módulos, previamente destinados para o segmento russo da Estação Espacial Internacional (EEI), escreveu esta segunda-feira o jornal Kommersant. Apesar disso, de acordo com fontes do jornal, não está sendo considerada a questão do término dos trabalhos sobre a EEI.

"A nova estação será localizada em um local geometricamente favorável, com a possibilidade de um campo alargado de vista da superfície da Terra. A partir da estação serão visíveis até 90% do território da Rússia e a plataforma do Ártico, enquanto a mesma capacidade da EEI não exceda 5%", cita a edição a declaração da fonte.

Segundo a fonte, uma das principais funções da estação serão testes de voo de dispositivos tripulados da infraestrutura lunar, ou seja, ela irá agir como um "trampolim", uma vez que os dispositivos especiais serão entregues para a estação e, depois, à Lua.

Segundo a publicação, o lançamento da estação espacial russa é uma das propostas fundamentais do projeto de desenvolvimento de voos espaciais tripulados no período até 2050.

Fonte: Voz da Rússia

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Estação Espacial Internacional consegue escapar de colisão


A Estação Espacial Internacional (EEI), mediante os motores do cargueiro europeu ATV, fez uma manobra para evitar a colisão com um fragmento da sonda chinesa Yaogan-12, informa uma fonte no Centro de Comando de Voos.

A súbita correção da órbita não constava dos planos, completou.

A bordo da EEI se encontra uma tripulação internacional composta de dois cosmonautas russos, Alexander Samokutyaev e Elena Serova, e um astronauta dos EUA, Barry Wilmore.

Fonte: Voz da Rússia

sábado, 15 de novembro de 2014

Módulo Philae aterrissa sobre superfície de cometa





O módulo Philae aterrissou na quarta-feira com sucesso sobre a superfície do cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko, no qual ficará por vários meses para estudá-lo a fundo.

A aterrissagem ocorreu em uma zona chamada Agilkia e o módulo se alimentará de energia solar. A Agência Espacial Europeia (ESA) informou, a partir do centro de controle de operações da cidade de Darmstadt (Alemanha) que a aterrissagem aconteceu às 16h02 GMT (14h02 de Brasília).

O objetivo da missão é estudar a composição do astro. O chefe da missão Rosetta, da Agência Espacial Europeia (ESA), Paolo Ferri, informou na segunda-feira do centro de controle de operações na cidade de Darmstadt, na Alemanha, que o Philae enviou um sinal de telemetria ao satélite Rosetta confirmando seu funcionamento.

O diretor de voo do Rosetta, Andrea Acommazzo, confirmou com um sorriso e entre aplausos a chegada dos dados de telemetria do Philae e do Rosetta.

A separação do módulo Philae aconteceu às 7h03 (de Brasília), mas a hora deve ser descontada em 28 minutos, tempo que a telemetria demora a chegar na Terra.

Foi a primeira vez que uma espaçonave chegou tão perto de um cometa, algo que os especialistas compararam em importância científica e complexidade técnica à chegada à Lua ou à missão japonesa Hayabusa, que em 2005 realizou testes na superfície de um asteroide.

A sonda europeia Rosetta chegou em agosto próximo ao cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko, após uma viagem de dez anos através do Sistema Solar para estudar sua origem. O cometa não está ativo pois se encontra a uma distância de 450 milhões de quilômetros do Sol.

A ESA vai estudar detalhadamente o desenvolvimento da cauda do cometa, investigar a água que existe dentro do astro e a sua expulsão, analisar que tipo de água se trata e se é semelhante a da Terra. Com isso, será possível descobrir se foram os cometas que trouxeram água para a Terra.

A agência espacial também estudará se existem moléculas complexas no astro -origem da vida- e se foram os cometas quem podem tê-las trazidos para a Terra.

Fonte: Yahoo!