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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Satélite confirma "evaporação completa" do lago Poopó na Bolívia


As imagens obtidas pelo satélite Proba-V confirmaram a "evaporação completa" do lado Poopó na Bolívia, o segundo maior do país em tamanho, apenas atrás do Titicaca, informou nesta terça-feira a Agência Espacial Europeia (ESA).

Três fotografias tiradas em 27 de abril de 2014, 20 de julho de 2015 e 22 de janeiro de 2016 confirmam o desaparecimento desse lago situado em uma depressão do Altiplano e que cobria uma superfície de 3 mil metros quadrados, indicou a ESA em comunicado.

As imagens mostram a redução paulatina da massa de água, com uma profundidade de apenas 3 metros.

Essa circunstância, unida ao entorno árido montanhoso, fizeram com que fosse "muito sensível às oscilações do clima".

"Embora não seja a primeira vez que o lago Poopó evapora (a última foi em 1944), existe o temor de que demore muitos anos para encher de novo, caso chegue a acontecer", ressaltou a Agência Espacial Europeia.

O desaparecimento do lago, que agora foi confirmado pela ESA, ocorreu oficialmente em dezembro, quando o governo boliviano de Oruro (oeste) aprovou uma declaração de desastre natural do extinto lago, o que permite acelerar o uso e a recepção de recursos econômicos para atenuar a catástrofe.

O Poopó era um parada de descanso para as aves que emigravam do norte ao sul e também fonte de água para espécies altamente ameaçadas como o puma andino.

O governo boliviano estima que seria necessário um investimento de 800 milhões de bolivianos (cerca de US$ 114 milhões) para salvar o Poopó.

"Enquanto isso, os pescadores locais ficaram sem sustento e o ecossistema do lago se mostra altamente vulnerável", concluiu a ESA.

Fonte: UOL

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Com 17 anos, brasileira cria "isopor" biodegradável a partir da cana-de-açúcar



Um certo dia, ao ver a mãe chegar do supermercado com as compras, Sayuri Miyamoto Magnabosco, de 17 anos, observou que muitos dos produtos adquiridos eram embalados com isopor, material que contribui com o acúmulo de resíduos nos lixões e aterros, e que demora de 100 a 300 anos para se decompor. Ao pensar nisso, a estudante do ensino médio em Curitiba pensou em uma solução: por que não produzir bandejas a partir do bagaço da cana-de-açúcar?

O talento da jovem somado a ajuda da mãe e dos professores fez com que a bandeja biodegradável saísse do papel. Um ano depois, tem até pedido de patente. E uma quantia invejável de prêmios para a garota cientista.

A ideia é simples, da maneira como deve ser um projeto científico no ensino médio, defende o professor Cornélio Schwambach, orientador de Sayuri. A cana ela conseguiu com um vendedor de caldo, perto de casa. Bateu no liquidificador de casa e misturou àquela cola branca caseira, que os mais antigos conhecem bem: farinha de trigo e água, fervidos no fogão.

bandeja biodegradavelA parte difícil foi secar no sol. É que o clima de Curitiba não ajudou muito (“alguns eu deixei para secar no forno”). Além de encontrar uma “solução básica” para misturar ao bagaço para impedir a fermentação. Esta é uma etapa importante, pois a bandeja não podia ser tão biodegradável a ponto de estragar enquanto o alimento ainda está próprio para consumo. “Pesquisei nos produtos de limpeza, vi o que era utilizado, e encontrei uma substância que não teria nenhum efeito tóxico sobre o bagaço”, explica ao jornal Gazeta do Povo.

Como conseguiu escolher um produto químico desses? Sayuri conta que foi com a ajuda da mãe, que é farmacêutica e “conhece bastante de substâncias”. Marina, a mãe, nega: “Que nada, ela fez tudo sozinho, é superautodidata”.

Algo simples

Marina, a farmacêutica, ajudou “como mãe, mesmo”. “O liquidificador eu dei para ela, porque teve uma experiência em que colocou óleo e canela, e aí, claro que estragou. Na hora de moldar as bandejas eu dizia para ela fazer bem caprichado, porque ia apresentar na feira.”

Ela também orientou a filha na escolha do objeto de pesquisa: “Falei para ela fazer algo que não precisa cavar todo o quintal de casa, e sim algo mais simples”.

Iniciação científica

O que separa um aluno do ensino médio de desenvolver tecnologia e produzir novos conhecimentos por conta própria? Um “empurrãozinho”, talvez.

O Colégio Bom Jesus criou em 2011 o programa de Iniciação Científica (IC) para o ensino médio. É uma forma de canalizar a criatividade dos adolescentes em prol da ciência.

“O que nós fazemos é formatá-los para o trabalho científico, colocar objeto de pesquisa, justificativa, essas coisas”, conta o professor Schwambach, coordenador da IC na unidade Centro, do colégio. O programa começou com um grupo seleto, e hoje é aberto a todos os alunos interessados.

Sayuri é da segunda geração de orientados. Sua coleção de medalhas inclui passagens pelas feiras de ciências da Usina de Itaipu, da Universidade de São Paulo (USP) – a maior do país–e da chamada Olimpíada dos Gênios, realizada em Nova York.

Fonte: EcoD via Eco4Planet (suas buscas com a mesma qualidade Google geram plantio de árvores)

domingo, 20 de dezembro de 2015

Em meio à lama no rio Doce, pesquisadores descobrem espécie de peixe


Em meio ao caos ambiental da onda de lama no rio Doce, pesquisadores podem ter achado uma boa notícia: uma nova espécie de peixe. A descoberta foi feita no último lote de peixes resgatados do rio antes da chegada da lama em Linhares (ES), na sexta-feira (20).

Segundo o pesquisador Marcelo Polese, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes), seria uma nova espécie do gênero Brycon, parecida com a piabanha (Brycon opalinus), espécie rara do rio Doce.

Polese e outros pesquisadores que participaram do esforço de resgate de peixes nativos do rio notaram que o formato do corpo do animal era um pouco diferente e que ele não tinha uma pinta preta característica na cauda.

Resolveram olhar mais de perto e concluíram se tratar de uma nova espécie - hipótese que ainda precisará ser confirmada. Os pesquisadores estão ainda coletando peixes mortos após a chegada da lama para ter uma ideia de como os sedimentos estão afetando os peixes.

Fonte: UOL

sábado, 24 de outubro de 2015

Biólogo encontra lagarto com três caudas no Kosovo


O biólogo Daniel Jablonski, da Eslováquia, encontrou em junho desse ano um lagarto que possui três caudas ao invés de uma, enquanto visitava a região de Metohija, no Kosovo.

Pertencente à uma espécie rara na região, chamada Algyroides Nigropunctatus, esse foi o primeiro dessa espécie em questão, já que os casos mais comuns são de animais com dois rabos 'apenas'.

Esses animais podem chegar aos 25 centímetros de comprimento e o espécime que Daniel encontrou possui uma cauda com 30 mm, outra com 15 mm e a terceira com 10 mm.

Segundo o site do canal "National Geographic", quando um lagarto apresenta dois rabos, foi porque ele tentou desprender o membro, mas parte dele não se soltou, e o animal acaba desenvolvendo outro que nasce a partir da área onde ocorreu a separação parcial.

No caso desse animal encontrado por Daniel, o mais provável é que ele tenha sofrido algum tipo de lesão na base da coluna, exatamente no ponto em que a nova cauda se formaria. O resultado foram três caudas com cores e comprimentos diferentes.

Quando algum animal sofre esse tipo de anormalidade, ele costuma alterar seus hábitos, fazendo coisas como diminuir seu território de caça ou alterar os horários em que costuma sair da toca, dando menos oportunidades para que predadores se aproveitem de sua mobilidade comprometida.

Fonte: Rede TV

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Mudança climática poderá marcar retorno de animais pré-históricos


Entre as várias e alarmantes consequências da mudança climática na Terra está a extinção de diversas espécies de plantas e animais. Mas poderá esse mesmo fenômeno produzir um efeito exatamente contrário?

De acordo com alguns estudos científicos, em pouco tempo, nosso planeta terá um clima propício para a reaparição de terríveis predadores, extintos há milhões de anos.

Uma pesquisa publicada na Nature Communications analisou um caso particular: a linhagem dos répteis pseudosuchias, à qual pertencem os atuais crocodilos. Depois de sua aparição, há 250 milhões de anos, as diferentes espécies de pseudosuchias se espalharam rapidamente pela Terra.

Em um tempo em que a umidade e a temperatura eram altas, esse grupo de répteis teve um crescimento significativo.

Sobre o seu desaparecimento, o estudo (realizado pelos pesquisadores Philip D. Mannion e Roger B.J. Benson, entre outros) mostra como esses predadores foram se extinguindo aos poucos, à medida que nosso planeta se tornava cada vez mais frio e seco.

Os únicos sobreviventes do grupo foram os crocodilos, cujos habitats se restringem às zonas tropicais da Terra, pelo menos até momento.

Da análise desses dados, podemos deduzir uma tendência nítida: se as emissões de gases que produzem o efeito estufa continuarem e a temperatura permanecer subindo, em pouco tempo nosso planeta estará em condições de abrigar esses terríveis répteis pré-históricos novamente.

Fonte: History

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Porco com tripas e gordura azuis e brilhantes intriga cientistas dos EUA


Tudo estava normal na vida de um casal norte-americano durante uma tarde de caça. Os dois estavam em seu sítio na Califórnia e caçaram um porco para o jantar. Mas tudo mudou quando eles resolveram assar o animal.

Ao abrir o porco depois de ter drenado todo o sangue do animal — procedimento padrão para comer animais caçados — o casal se deparou com algo inédito e bizarro. O porco tinha em seu interior uma gordura de cor azul e extremamente brilhante.

Surpreso, o casal começou a “investigar” o porco e descobriu que tanto seu sangue quanto sua carne era normais — pelo menos na aparência. Deixaram, é claro, de comer o animal e decidiram publicar as fotos da gordura totalmente diferente na internet. A partir daí, começaram a mover até a comunidade científica local.

A gordura azul do porco caçado chamou atenção de todos na região principalmente por conta de sua origem desconhecida. Estudando pouco o animal, cientistas apontaram como causa a presença de duas minas antigas na região: uma de mercúrio e outra de cobre. Segundo eles, o solo contaminado pode ser a solução.

Como foi morto durante o uma caçada, o animal sequer teve seu comportamento estudado. Segundo o casal de caçadores, o porco não aparentava nenhuma diferença dos outros animais que vivem na região e são alvos de caça diariamente — a prática é legalizada no estado norte-americano da Califórnia.

Os dois recolheram amostras do porco e encaminharam para a Universidade da Califórnia, onde os restos do animal serão estudados. Os especialistas desejam saber se a carne estava realmente contaminada para, então, investigar o solo e descobrir se há algum tipo de vazamento que traga perigo à vida no local.

Fonte: Yahoo!

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Postos de combustíveis da Rússia terão de instalar estações de recarga elétrica


O primeiro ministro da Rússia, Dmitry Medvedev, assinou um decreto, no fim de agosto, que obriga todos os postos de combustível do país a instalem uma estação de carregamento elétrico de veículos até 1º novembro de 2016. A medida é uma tentativa de alavancar as vendas de veículos elétricos, já que a indústria local de automóveis está em baixa, assim como a produção de combustível fóssil.

Ainda não está evidente qual será a punição para o proprietário que não obedecer a medida. O decreto também não especifica o modelo de estação que precisa ser instalada – o que pode levar donos de postos a optarem por tipos mais baratos, que levam muito tempo para carregar um veículo.

Há menos de 500 veículos elétricos na Rússia atualmente, mas representantes da indústria afirmam que o incentivo pode ser importante para mudar o cenário. Outro problema são as baixas temperaturas do país, que fazem com que a autonomia dos veículos diminua.

Fonte: eCycle.

Via Eco4Planet. Onde suas buscas, com a mesma qualidade Google, são trocadas por plantio de árvores.

domingo, 13 de setembro de 2015

Brasileiros desenvolvem plástico comestível e biodegradável


Depois de duas décadas de trabalho, os pesquisadores da Embrapa Instrumentação desenvolveram uma série de películas comestíveis que funcionam como plástico biodegradável e podem ser utilizadas no preparo de alimentos.

O processo de produção do “plástico comestível” é considerado simples. Primeiro, a matéria-prima, como frutas e verduras (espinafre, mamão, goiaba, tomate, entre outros) é transformada em uma pasta. Em seguida, os pesquisadores adicionam componentes para dar liga no material e o colocam em uma forma transparente, que é levada a uma câmara que emite raios ultravioleta. Após poucos minutos, a película sai da máquina pronta para ser consumida.

Quando descartado, este tipo de plástico se decompõe em até três meses e ainda pode ser utilizado como adubo ou lançado na rede de esgoto sem causar danos ao meio ambiente. A inovação ainda tem capacidade para conservar os alimentos pelo dobro do tempo do plástico convencional, que tem como agravante o fato de demorar cerca de 400 anos para se decompor na natureza.

Reaproveitamento de alimentos

De acordo com o pesquisador José Manoel Marconsini, a produção deste material favorece o reaproveitamento de alimentos que seriam rejeitados por não apresentarem bom aspecto visual, mesmo estando em condições de consumo. “Além disso, como vantagem ambiental tem a redução do desperdício de alimentos, pois auxilia no aumento da produtividade”, explica ao portal Web Rádio Água.

O material tem características físicas semelhantes aos plásticos convencionais, como resistência e textura. Em laboratório, o plástico orgânico se mostrou mais resistente ao impacto, além de ser três vezes mais rígido que os plásticos sintéticos.

Ainda não há previsão de comercialização, entretanto várias empresas já entraram em contato com a Embrapa Instrumentação a fim de demonstrar interesse na inovação.

Fonte: Eco

EcoForPlanet, suas buscas com a mesma qualidade Google são revertidas em árvores plantadas.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Estrada que recarrega carros elétricos está em teste no Reino Unido

 
Enquanto o Brasil possui atualmente apenas cerca de três mil veículos elétricos em circulação (0,04% da frota mundial), segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), esses automóveis menos poluentes são cada vez mais comuns em países como Japão, Estados Unidos e Reino Unido.

O problema é que recarregar as baterias dos carros elétricos ainda é um problema, primeiro porque as estações de recarga muitas vezes estão muito distantes umas das outras e, além disso, esses veículos demandam algum tempo para serem recarregados.

Ao pensar nesses fatores, a organização Highways England se propôs a implementar uma tecnologia capaz de permitir que usuários de carros elétricos não precisem parar para abastecer os veículos. Para que o sistema funcione, os automóveis seriam equipados com sistema wireless e poderiam trafegar em estradas especiais. Nestas áreas, haverá fios elétricos enterrados sob a estrada gerando campos eletromagnéticos que são capturados por uma bobina dentro do veículo e convertidos em eletricidade.

Por enquanto, a tecnologia será implementada como um teste durante 18 meses. Depois desse período será avaliada a necessidade de expandir o projeto para as vias públicas do país, informou o portal Bored Panda. O mesmo sistema foi instalado anteriormente na cidade sul-coreana de Gumi, o qual permitia que ônibus especiais fossem carregados durante um trajeto de 12 quilômetros.


Fonte: EcoD

Scarlett, a gatinha que enfrentou cinco vezes um incêndio para salvar seus filhotes

 
 
Brooklyn, Nova York, 30 de março de 1996. Em uma garagem abandonada, uma gatinha de rua, que mais tarde recebeu o nome de Scarlett, e seus cinco filhotinhos buscavam abrigo. Subitamente, por um modo indeterminado, um incêndio se inicia.

Os bombeiros são chamados.

Quando o fogo ainda não estava extinto, mas já sob controle, um dos bombeiros, David Giannelli, percebeu Scarlett transportando seus gatinhos para longe da garagem, um por um. A um caro preço, Scarlett estava gravemente queimada após enfrentar cinco vezes o fogo para salvar seus filhotes. Seus olhos estavam feridos, inchados e com bolhas, suas orelhas e patas queimadas, assim como sua face.

Depois de salvar os gatinhos, cega pelas bolhas nos olhos, de acordo com Gianelli, ela tocou seus gatinhos um por um com o focinho para garantir que todos estavam lá e, em seguida, caiu inconsciente.


Gianelli levou a família de gatinhos para uma clínica veterinária onde Scarlett e seus gatinhos foram tratados. O mais fraco dos filhotes, um todo branquinho, morreu de um vírus um mês após o incêndio. No entanto, após três meses de tratamento e recuperação, Scarlett e seus gatinhos sobreviventes estavam bem o suficiente para serem adotados. A clínica finalmente optou por dividir os gatinhos em dois pares e os pares foram entregues para adoção a moradores de Long Island. Scarlett foi adotado por Karen Wellen.


Quando do incêndio, Scarlett, contava com aproximadamente nove meses, de acordo com os veterinários que a atenderam, ou seja, ela nasceu entre junho e julho de 1995 e viveu recebendo cuidados constantes, devido aos seus ferimentos até 11 de outubro de 2008.

Sua notável bravura levou a Liga de Defesa dos Animais de North Shore a criar um prêmio com seu nome dedicado a animais que demonstrem heroísmo.

 

Prêmio concedido à Scarlett pela Real Sociedade Britânica de Prevenção à Crueldade contra os Animais.

 Artigo Original.
Em caráter de exceção, este artigo pode ser reproduzido sem necessidade de citação da fonte.

Afinal, pode ou não pode jogar papel higiênico no vaso sanitário?


Ao viajar para o exterior os brasileiros costumam estranharem o hábito de jogar papel no vaso sanitário e não em uma lixeira no banheiro, afinal, "não vai entupir?".

Já os estrangeiros quando chegam ao Brasil estranham a orientação contrária, afinal, "que nojo, como assim vocês deixam o papel sujo numa lixeira ali do lado, cheirando mal, e depois, quem vai recolher isso? eca!"

De fato nossa opção pelas lixeiras não é nada higiênica. Além do mau cheiro, pode gerar contaminação no armazenamento, coleta e transporte por via pública. Mas a preocupação com "entupimento" é pertinente.

Diferente de outros países, em terras verde-amarelas o tratamento de esgoto por rede coletora chega apenas a pouco mais da metade da população (a situação é melhor nos estados do Sul e Sudeste), e jogar papel no vaso em locais onde o esgoto é destinado a uma fossa séptica, é entupimento na certa. E não pense que se tratam apenas de áreas mais pobres, já que regiões praianas, mesmo as mais ricas, costumam ter esse problema.

Então, se onde você mora há coleta e tratamento de esgoto, já temos um primeiro passo para pensar em mandar o papel higiênico privada abaixo (caso não tenha certeza, não arrisque!).

O segundo ponto importante é a tubulação interna da casa, se ela tiver problemas, muitas curvas ou for muito antiga, pode haver entupimento. É menos provável do que parece já que o papel em contato com a água vai se desmanchando rapidamente, e menos provável ainda em prédios já que a pressão da água é maior, mas não diga que eu não avisei.

Ao chegar na estação de tratamento, o papel é recolhido junto a outros detritos sólidos e enviado ao aterro sanitário, assim como o papel que é enviado pela coleta de lixo, mas com a vantagem de não estar dentro de sacolinhas plásticas, portanto se decompondo mais rapidamente e reduzindo o uso do plástico que tanto demora para decompor.

É importante lembrar que estamos falando apenas do papel higiênico! Nada de fraldas, absorventes ou camisinhas no vaso sanitário, de forma nenhuma – estes devem sempre ir para o lixo.

Ah, e nada também de jogar uma tonelada de papel de uma vez no vaso – formar uma bola com certeza é má ideia. Por isso, só faz sentido se a quantidade for pouca. Jogar um tanto de papel e dar descarga, outro tanto e dar outra descarga… ei, água é valiosa, pare com isso!

Fonte: Eco4Planet

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Cientistas descobrem material capaz de transformar CO2 em combustível


Um novo material que não apenas captura o dióxido de carbono (CO2) – gás que mais contribui para as mudanças climáticas – mas também o converte em combustível. Assim é o tetrâmetro de cobre, descoberto recentemente pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos.

O novo composto consiste em pequenos grupos de quatro átomos de cobre, unidos por uma camada fina de óxido de alumínio.

Os tetrâmeros de cobre se ligam ao CO2 e ajudam a acelerar sua conversão em metanol, que pode ser armazenado ou queimado em forma de combustível.

Uma possível aplicabilidade do sistema seria sua instalação no interior de uma chaminé, a fim de capturar os gases do efeito estufa antes mesmo que eles fossem liberados na atmosfera.

Catalisador de cobre

Atualmente, o processo industrial usado para transformar dióxido de carbono em metanol usa um catalisador de cobre, óxido de zinco e óxido de alumínio.

A questão é que essa tecnologia é pouco eficiente, uma vez que o número de átomos de carbono capturados pelo sistema é mínimo. Mas o catalisador criado pelos cientistas do governo americano ainda está longe de estar pronto para ser usado em larga escala.

Durabilidade incerta

Até agora, os cientistas conseguiram fabricar apenas pequenas quantidades do material, cuja durabilidade em longo prazo ainda é incerta.

"Existe uma chance de que os tetrâmeros de cobre se decomponham quando colocados em um ambiente industrial. Por isso, garantir sua durabilidade é um passo crítico para o futuro da pesquisa", explica Larry Curtiss, pesquisador do Departamento de Energia americano que participou do estudo.

Fonte: EcoD

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Os pneus que nunca furam (porque não tem ar) estão cada vez mais próximos da realidade


Já faz algum tempo que ouvimos falar dos pneus sem ar e que por isso nunca furam (ou melhor, podem até "furar" se um prego entrar na borracha, mas não murcham e continuam podendo ser usados sem problemas).

Aliás, já ouvimos falar até de pneus autorregenerativos (!), e a esperança sempre é de que cheguem logo para reduzir transtornos, gastos e, claro, fabricação/descarte inadequado de mais e mais pneus.

A novidade agora vem da sul-coreana Hankook. Chamados de iFlex, os pneus são construídos com materiais amigáveis à natureza e se sustentam graças a uma combinação de engenharia e design. Dessa maneira, a estrutura interna de plástico gera sustentação, o que faz com que não seja necessário inflar o pneu com ar.

A empresa acabou o trabalho na quinta geração de seu protótipo recentemente. Diferente das anteriores, a nova é capaz de usar rodas tradicionais para se ligar a um carro. Com o uso da tecnologia, pneus furados podem ser coisa do passado.

A Bridgestone, gigante do setor de pneus, já mostrou esforços na mesma direção. A base do projeto é parecida, pois utiliza a distribuição geométrica de materiais para se criar sustentação.

Fonte: EcoD

terça-feira, 4 de agosto de 2015

“Margaridas mutantes” crescem em Fukushima


O caso das “margaridas mutantes”, que crescem próximo à planta nuclear de Fukushima, surpreende e coloca os cientistas em alerta, ao revelar deformações significativas nas flores. Embora os estudos relacionados ao assunto ainda não permitam estabelecer claramente as causas das mutações nos botões da flor, as imagens, registradas e publicadas pelo japonês @san_kaido, no Twitter, sugerem que isso poderia estar relacionado às radiações provenientes da planta de Fukushima.

As “margaridas mutantes” não seriam a primeira alteração detectada após a catástrofe nuclear, causada pelo violento tsunami de 2011. Em 2014, vários estudos demonstraram uma redução drástica da população local de mariposas, além do aumento significativo da taxa de mortalidade e de anomalias morfológicas desses insetos.

Os cientistas continuam investigando o caso das margaridas, já que as causas de sua mutação podem estar relacionadas a outros motivos além da radiação.

Fonte: Science Alert

sábado, 1 de agosto de 2015

42 marcas de cosméticos do Brasil que não testam em animais


Todos os dias, em laboratórios espalhados por todo o Brasil, animais são submetidos a uma série de crueldades para testar cremes para pele, tinturas de cabelo, batons e vários outros produtos cosméticos nem um pouco essenciais a nós, seres humanos. Você acha isso justo?

Se a resposta é não, saiba que você faz parte de um grupo cada vez maior de brasileiros que não suporta a ideia de que animais sofram e até morram, apenas, para satisfazer a vaidade humana.

Segundo pesquisa do Ibope, encomendada pela HSI (Humane Society International), dois terços da população brasileira são contra testes em animais e defendem a criação de lei nacional que proíba, de uma vez por todas, esse tipo de prática – pelo menos, na indústria de cosméticos -, como já acontece em outros lugares. Israel e União Europeia, entre eles.

No entanto, enquanto a justiça brasileira não toma uma posição, vale a pena boicotar aquelas empresas que ainda insistem em realizar testes em animais.

Confira, abaixo, 42 marcas de cosméticos brasileiras que, segundo a Anda (Agência de Notícias de Direitos Animais), não toleram esse tipo de prática e, por isso, podem ser consumidas sem peso na consciência.

01. ABELHA RAINHA
02. ACQUAFLORA
03. ADCOS
04. ÁGUA DE CHEIRO
05. AMEND
06. AUDREI CASATTI
07. AVORA
08. BEL COL
09. BIO ART
10. BIODERM
11. BIO EXTRATUS
12. BIONATUS
13. BOTANIC
14. CONTÉM 1G
15. DAVENE
16. EMBELEZZE (NOVEX)
17. EUDORA
18. FELICITTÁ LOOKS
19. GRANADO
20. HAIR FLY
21. IMPALA
22. INSPIRAÇÃO PERFUMES
23. JEQUITI
24. KOLOSS
25. L’AQUA DI FIORI
26. MAHOGANY
27. MAIRIBEL
28. MAQUEL
29. MAX LOVE
30. NATURA
31. NATURAL LINE
32. NAZCA
33. NIASI
34. O BOTICÁRIO
35. OX
36. QUEM DISSE BERENICE
37. RACCO
38. SURYA
39. VALMARI
40. VULT
41. YAMÁ
42. YES COSMETICS

Fonte: The Greenest Post

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Carros serão proibidos em três capitais europeias (durante um dia)


Como seria a vida na cidade com menos carros e mais meios alternativos de transporte? Esse exercício de reflexão é o grande objetivo de Estocolmo, capital da Suécia, que durante o dia 19 de setembro banirá os carros das ruas. Isso mesmo: nada de buzinas ou congestionamento.

O projeto faz parte da European Mobility Week (Semana Europeia da Mobilidade), uma iniciativa da Comissão Europeia que busca promover o transporte sustentável. Mais de 200 cidades vão participar com atitudes verdes neste ano.

Entre os locais que adotaram a ideia, três capitais (Budapeste, Lisboa e Estocolmo) ficarão um dia livre de carros. Pontos populares da capital sueca estarão sem o tráfego de automóveis, incluindo as ruas ao redor da estação central, a praça Sergel e algumas das pontes que cercam a cidade.

Em 2010, Estocolmo ganhou o primeiro prêmio European Green Capital (Capital Verde da Europa), por suas baixas emissões de gases poluentes no transporte, padrão de água potável e gestão inovadora dos resíduos sólidos.

Fonte: EcoD

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Pesquisadores tentam entender a morte de milhares de abelhas em SP


Insetos são responsáveis pela polinização e pelo crescimento dos frutos. Eles estão morrendo em quantidades assustadoras.

Um inseto pequenino, mas de extrema importância para a natureza, está sumindo do mapa em São Paulo. As abelhas, responsáveis pela polinização das flores e por fazer crescer os frutos que a gente usa como alimento, estão morrendo em velocidade assustadora. Pesquisadores começaram um mapeamento no campo para identificar o que está causando o problema.

Agrotóxico é a suspeita dos especialistas. De cinco anos para cá, têm acontecido muitos casos. Só o professor da Unesp, Osmar Malaspina, que estuda o impacto dos agrotóxicos nas abelhas, registrou mortes em 20 mil colmeias no estado.

São Paulo tem hoje cerca de 4 mil apicultores e 170 mil colmeias. Para ter um diagnóstico mais preciso da mortandade, um estudo inédito está sendo feito em parceria entre a Unesp, a Ufscar e o Sindicato das Indústrias de Defensivos Agrícolas.

As propriedades que têm registrado morte de abelhas serão mapeadas. Assim que descobrir o problema, o apicultor deve avisar os pesquisadores, uma equipe vai até lá e recolhe amostras, que serão analisadas em laboratório.

Quem cria abelhas e está vivendo essa situação, pode ligar para o laboratório para ajudar na pesquisa. A ideia é recolher amostras de abelhas mortas nas propriedades.

Fonte: G1

sábado, 13 de junho de 2015

Peixes que vivem até seis dias fora da água podem ‘invadir’ a Austrália


Um peixe que pode viver por até seis dias fora da água está sendo considerado uma ameaça a outras espécies da Austrália.

Cientistas da James Cook University estão monitorando a espécie que usa as guelras para andar em terra e já atingiu as ilhas de Boigu e Saibai (territórios australianos), a 5km da Papua Nova Guiné, de onde os peixes são originais.

Segundo o pesquisador Nathan Waltham, os “peixes escaladores” são extremamente resistentes e podem sobreviver em terra seca por seis dias e na lama por seis meses.

A universidade divulgou um comunicado sobre a ameaça, afirmando que está em vigilância para que a espécie não chegue até a Austrália.

Os responsáveis pelo estudo também afirmaram, na nota, que será muito difícil erradicar o peixe das duas ilhas, apesar do primeiro exemplar da espécie só ter sido registrado oficialmente no local no fim de 2005.

Fonte: Extra

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Grilos 'invadem' três cidades do interior de São Paulo


Eles aparecem em geral à noite, aos milhares, na praça, no campo de futebol e em outros locais abertos, e ficam rodeando os postes de luz. Mas também surgem de dia e já chegaram a forçar o fechamento de uma unidade de saúde no interior.

A "invasão" de grilos no interior de São Paulo atingiu um shopping em São José dos Campos, uma praça em Araçatuba e, no sábado (30), uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de São José do Rio Preto.

Segundo biólogos ouvidos pela Folha, a explicação para o fenômeno é a seca prolongada e um desequilíbrio na cadeia alimentar. Os insetos não representam risco.

A UPA de Rio Preto (438 km a noroeste de SP) foi interditada durante quatro horas, entre 17h e 21h. Os insetos se aglomeraram nas paredes do local, que precisou ser fechado para dedetização.

"Os pacientes graves foram transferidos para outras unidades e os leves foram orientados a procurar outras unidades de pronto atendimento", informou a prefeitura.

Segundo a administração, nesse intervalo foram mantidas ambulâncias na porta da UPA, além de equipe médica para atendimento de eventuais emergências.

Em Araçatuba (527 km a noroeste de SP), a praça Rui Barbosa -que passou por revitalização recente- fica tomada por milhares de insetos, principalmente à noite.

Os grilos saltam e voam sem parar em volta dos postes de iluminação pública.

"Eu nunca tinha visto algo assim antes", disse o biólogo Felipe Guimarães Cortez, ressaltando que a invasão deve acabar em breve.

O estudante Vitor Moretti Niwa, 20, conta que precisou fechar duas pequenas janelas de casa para evitar que os grilos entrassem.

"Mesmo assim, matei dois dentro de casa. Tenho tela em todas as janelas, mas eles entraram pelas duas janelinhas que não têm. No outro dia, vi vários grilos mortos no estacionamento", diz.

A Prefeitura de Araçatuba informou, em nota, que o Centro de Controle de Zoonoses da cidade já foi avisado e trabalha com a secretaria municipal de Meio Ambiente para solucionar o problema.

Em São José dos Campos (97 km a nordeste de SP), houve relatos de infestação de grilos em um shopping. Eles ficaram nas paredes e não causaram problemas.

De acordo com Eduardo Gonçalves Paterson Fox, entomologista da Universidade de Lausanne, na Suíça, os grilos não costumam formar nuvens como as registradas nessas cidades.

"O fenômeno resulta de um período prolongado de seca, que favoreceu a reprodução. Esse aglomerado provavelmente partiu de um local onde estava sem alimentação e foi parar na cidade", afirma.

Segundo Fox, são insetos muito limpos, que não oferecem risco algum. "No máximo, fazem muito barulho. Podem comer algumas plantas ou grãos, mas não é preciso tomar nenhuma medida."

Para o biólogo e ambientalista Juliano Salomão, além da seca, a provável causa da invasão é um desequilíbrio na cadeia alimentar. Em Araçatuba, a baixa arborização afasta os pássaros, que são o principal predador do grilo.

De acordo com ele, as chuvas dos últimos dias também podem ter expulsado os insetos das plantações.

Fonte: G1

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Flamingo preto é avistado em um lago de sal no Centro Ambiental Akrotiri, na costa sul de Chipre


Um flamingo preto foi avistado em um lago de sal no Centro Ambiental Akrotiri, na costa sul de Chipre. Acredita-se que o flamingo tenha uma condição genética conhecida como melanismo, que aumenta o pigmento melanina, deixando as penas escuras ao invés do comum tom de rosa. A imagem foi retratada na quarta-feira (8). Marinos Meletiou/Reuters

Fonte: UOL