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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Você sabe o que há de real por trás do mito dos Illuminati?


Historiadores tentam explicar profusão de teorias na internet sobre grupo que teria influência sobre acontecimentos globais.

O homem realmente chegou à Lua? Quem assassinou o presidente americano John F. Kennedy? Como começou a pandemia global de HIV? O verdadeiro poder mundial está nas mãos de uma sociedade secreta fundada no século 18?

Alguns acreditam que as respostas para estas perguntas não estão nos livros de história e dão crédito a teorias conspiratórias que surgiram nas últimas décadas ligadas a estes e outros eventos importantes.

Com a entrada do novo século e a popularização da internet, uma destas teorias ganhou muita popularidade: a suposta existência da Ordem dos Illuminati, cuja origem remonta a uma sociedade secreta de mesmo nome criada na Alemanha no fim do século 18 e que estaria integrada aos poderes políticos e econômicos, cujo objetivo final seria estabelecer uma nova ordem mundial através de um governo global.

Em fóruns de discussão na web é comum ver internautas citarem os Illuminati para explicar muitos dos problemas atuais do planeta.

Políticos como George W. Bush ou Barack Obama, ou magnatas como George Soros, foram acusados de fazer parte desta organização. Até o papa Francisco e a rainha Elizabeth 2ª já foram apontados como membros da ordem.

Outros acreditam ser possível ver a simbologia ligada aos Illuminati em vídeos de artistas como Beyoncé, Jay-Z, Lady Gaga e Katy Perry: pentagramas, pirâmides e o famoso "olho que tudo vê" que aparece nas cédulas de dólar.

Mas, de onde veio este mito dos Illuminati e por que ainda existem pessoas que acreditam na existência de um grupo que desapareceu há mais de dois séculos?

A ordem real

A Ordem dos Illuminati foi fundada em 1776 na Baviera, Alemanha, pelo jurista Adam Weishaupt.

O objetivo desta sociedade secreta inspirada nos ideais do iluminismo e na estrutura da maçonaria, era acabar com o obscurantismo e com a forte influência que, na época, a igreja exercia sobre a esfera política.
Depois que o príncipe Karl Theodor chegou ao poder, a Ordem dos Iluminati, assim como outras sociedades secretas, foi declarada ilegal e dissolvida, em 1785.

Mas, alguns acreditam que ela continua operando na clandestinidade.

Autores como o francês Agustín Barruel (1741-1820), a britânica Nesta Helen Webster (1876-1960) ou o canadense William Guy Carr (1895-1959) vincularam a ordem com eventos como a Revolução Francesa de 1789, as Revoluções em vários países europeus de 1848, a Primeira Guerra Mundial ou a Revolução Bolchevique, de 1917.

Há até quem diga que os fundadores dos Estados Unidos eram membros da ordem e que o Federal Reserve, o banco central americano, foi criado para ajudar a cumprir os objetivos de dominação global da organização.

Nas últimas décadas, apareceram referências aos Illuminati em obras como a trilogia satírica de ficção científica The Illuminatus (1975), de Robert Shea e Robert Anton Wilson, ou Anjos e Demônios (2000), de Dan Brown, assim como nas letras de alguns artistas da cena hip hop.

Tudo isso fez com que os Illuminati se transformassem em protagonistas de várias teorias conspiratórias que se alastraram pela internet, onde é possível encontrar milhares de páginas dedicadas à ordem.

'Loucura'

"É uma loucura que hoje em dia existam pessoas que acreditem na existências dos Illuminati", disse o escritor e historiador americano Mitch Horowitz.

"Os cidadãos têm preocupações legítimas sobre como funcionam os poderes políticos e econômicos, mas, em vez de canalizar estas preocupações de forma eficaz para que haja mais transparência, alguns preferem acreditar em histórias de fantasia sobre uma organização que deixou de existir há mais de 200 anos", disse ele à BBC Mundo.

De acordo com Horowitz, "há escritores e jornalistas que contribuem com a paranoia em torno dos Illuminati e as pessoas se deixam convencer porque é interessante pensar que existe um grupo secreto que domina o mundo".

"Se estudarem o que realmente eram os Illuminati, perceberiam que se tratava de uma organização política cujos ideais estavam baseados em uma sociedade mais justa e que gostavam da iconografia relacionada com o mundo do oculto", afirmou.

Para Horowitz, devido ao mistério que tem para o público, muitos artistas gostam de usar um pouco desta iconografia em seus clipes.

"Os músicos entendem a atração e usam símbolos como o pentagrama, o obelisco ou o olho que tudo vê, mas isto não os converte em membros de uma sociedade secreta."

'Sociedades interconectadas'

Entre os que acreditam na existência dos Illuminati está o escritor americano Mark Dice, autor de um livro sobre a suposta ordem.

"Com certeza os Illuminati estão cercados de fantasias, mas quando se separa a realidade da ficção, acredito que há provas que demonstram que é um grupo real que continua existindo hoje em dia", disse o escritor à BBC Mundo.

Dice disse que, depois da dissolução em 1785, "os Illuminati continuaram operando através de várias sociedades secretas interconectadas como o Grupo de Bilderberg (conferência anual privada que reúne cerca de cem líderes políticos dos EUA e Europa) ou o Conselho de Relações Exteriores (centro de estudos baseado nos Estados Unidos)".

"Estas organizações compartilham os objetivos dos Illuminati, seus métodos de funcionamento, seus símbolos e terminologia", afirmou.

Segundo Dice eles não precisam usar o nome Illuminati pois "eles sabem quem são e o que estão fazendo".
"Nos últimos anos, o Grupo de Bilderberg foi exposto, já que com a internet não é fácil ser um grupo secreto."

Para Dice, os meios de comunicação podem ser culpados por este segredo ter ficado tanto tempo escondido.

"Como não é de interesse público que a cada ano cem das pessoas mais poderosas do planeta se reúnam em um hotel, cercados de guardas armados, para conversar sem microfones sobre como querem influir no futuro do planeta?"

O escritor garante que os Illuminati querem "criar um governo global de inspiração socialista" e "usam artistas de fama global para promover sua causa".

Dice tem centenas de milhares de seguidores no Facebook e YouTube.

Culpa da internet?

Jesse Walker, autor do livro The United States of Paranoia ("Os Estados Unidos da Paranoia", em tradução livre), afirma que a "internet foi fundamental para potencializar e propagar o fenômeno dos Illuminati".

"Hoje são vinculados com todo tipo de teorias, tanto por grupos de extrema-direita como de extrema-esquerda, que os usam segundo a própria conveniência", explicou Walker em entrevista à BBC Mundo.

O escritor disse ainda que, nos últimos anos, alguns artistas como o rapper Jay-Z incluíram pequenas referências aos Illuminati em suas aparições públicas para se divertir, alimentando ainda mais as teorias de conspiração que vinculam a ordem também à indústria do entretenimento.

"Teorias de conspiração são uma parte intrínseca da psique humana. Somos criaturas que buscam padrões para dar um sentido ao mundo que nos cerca. Se há lacunas em uma história, temos que buscar explicações."

Walker lembra que há "motivos reais para medo ou ansiedade, já que, algumas vezes, algumas teorias conspiratórias se mostram certas, como no caso do escândalo das escutas da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA), ou quando é revelado que algum político está recebendo subornos".

"Mas quando se combina o medo com a busca de padrões, surgem teorias como a dos Illuminati".

Mas, para o escritor, o problema é que "muitos não têm conhecimento suficiente para diferenciar o que é real do que não é".

Fonte: IG

domingo, 18 de janeiro de 2015

A verdade sobre as sociedades secretas


Ao longo da história, grupos de homens se reuniram para orientar os acontecimentos políticos, econômicos e sociais a seu favor, sejam eles imperadores, reis, rainhas, seus conselheiros e assessores, e assim por diante. Porém, houveram outros grupos desconhecidos, chamados de sociedades secretas, que podem ter exercido uma influência considerável sem serem figuras de atenção pública.

A Cavaleiros Templários foi uma sociedade secreta formada por cavaleiros cristãos na época medieval, fundada aproximadamente em 1118 para proteger os peregrinos que viajavam para a terra santa durante e após as cruzadas. Eles receberam o apoio oficial da Igreja Católica em 1129. Dentro de poucas décadas, eles se tornaram uma das ordens mais poderosas da Europa, com um sistema bancário seguro e sofisticado, forte presença militar, legiões de seguidores e território em constante crescimento.

Os Templários eram mais do que apenas cavaleiros da Cruzada com dinheiro; eles tinham um rigoroso código de conduta, que incluía não recuar na batalha a menos que estivessem em número bem menor, e comprometimento em proteger os peregrinos em suas viagens.

Os cavaleiros também foram ligados a muitas lendas cristãs, incluindo a do tesouro do rei Salomão encontrado enterrado sob o Templo de Salomão, em Jerusalem, de acordo com a National Geographic. Também especula-se que eles adquiriram a Arca da Aliança, o Santo Graal e/ou o sangue de Jesus Cristo.

Não restou nenhuma evidência que confirme que eles conseguiram adquirir algum tesouro, mas os Cavaleiros Templários obtiveram uma grande quantia de riquezas durante sua existência – o suficiente para colocá-los em conflito com o Rei Philip da França, no início do século XIV. O rei, que devia uma grande quantia de dinheiro a ordem, prendeu e torturou centenas de membros da Ordem, acusando-os de idolatria, heresia e adoração ao diabo. Muitos da ordem foram executados. A ordem foi dissolvida pelo Papa alguns anos depois, deixando apenas sonhos despedaçados e rastros de lendas.

Os Illuminatis são rotulados por muitos teóricos da conspiração como sendo uma sociedade secreta que domina os governos do mundo, a economia e outras muitas organizações poderosas.

A organização foi fundada em 1776, por um homem chamado Adam Weishaupt, professor de direito da Baviera, de acordo com a Discovery News. Weishaupt alegou ter conhecimentos enigmáticos escondidos, mas não está claro onde ele recebeu essas informações. Além disso, a sociedade acreditava que o homem não era mal em seu estado natural, mas que foi corrompido pela religião, pelo governo e por meio de outras forças da sociedade contemporânea.

Weishaupt supostamente tinha um plano detalhado e organizado para mudar o mundo, e disse que no futuro todos iriam aceitar suas crenças, de acordo com a Discovery.

Os Illuminatis foram banidos da Baviera em 1783, levando à sua dissolução em todo o resto da Alemanha em 1800. No entanto, as suas ideias já haviam se espalhado pela América e por toda a Europa, levando muitos a especular que a ordem permanece até hoje, em regime ultrassigiloso.

À medida que a economia mundial cresce, e desde o início da Organização das Nações Unidas, os teóricos da conspiração continuam a apontar para o aumento de exemplos que evidenciam a existência e a influência do grupo, já que a união mundial do governo, da economia e do pensamento é a meta final dos Illuminatis.

A maçonaria é uma sociedade secreta bastante conhecida hoje em dia. Sua existência não é tão secreta, apesar de suas práticas por trás das portas fechadas permanecerem um mistério. Muitos pais fundadores da América eram maçons, como George Washington, Benjamin Franklin, Paul Revere e muitos outros, de acordo com o serviço da Associação Maçônica (MSANA).

A primeira Grand Lodge of England (órgão administrador da maçonaria na Inglaterra) foi estabelecida em 1717, mas a origem dos maçons não é clara. Um poema referente aos maçons, o “Poema Regius”, é datado de 1390, mas a origem da sociedade por ir ainda mais longe.

Os maçons se identificam como uma fraternidade mundial, com ênfase no estudo pessoal, no auto-aperfeiçoamento, na iluminação, na dignidade do homem, na liberdade individual, na liberdade de culto, na democracia e na melhoria social. A sociedade geralmente fica envolvida nas comunidades locais onde foram estabelecidos seus capítulos, e a sociedade faz regularmente práticas filantrópicas. Os maçons, adicionalmente, ajudaram a estabelecer as primeiras escolas públicas na Europa e na América, de acordo com a MSANA.

Outra sociedade secreta conhecida é a Skull and Bones, da Universidade de Yale. Da mesma forma que os maçons, a existência da Skull and Bones é plenamente reconhecida, no entanto, as práticas e atividades são um mistério.

Além disso, são abertas apenas 15 vagas por ano, o que significa que há apenas cerca de 800 membros ativos em qualquer época, de acordo com a CBS News. Embora a ordem seja pequena, em comparação, tem contado com membros como presidentes (George Bush, pai e filho), senadores (incluindo o senador John Kerry), e uma série de funcionários do gabinete e outros oficiais de alto escalão dos Estados Unidos.

A sociedade foi fundada, originalmente, em 1832 e era chamada de Eulogian Club, que ainda se reúne duas vezes por semana. Não se sabe muito sobre ela, o que leva a muitos rumores e especulações. Outros consideram esta organização simplesmente como uma fraternidade universitária reservada para os filhos dos mais poderosos.

Outra sociedade secreta menos conhecida, mas que certamente existe, e tem considerável influência no mundo, é conhecida como Sociedade Bilderberg, que se reúne a cada ano para uma conferência de três dias. Seus membros se conheceram em 1954, no Hotel de Bilderberg, em Oosterbeek, de acordo com o site oficial do grupo.

Os participantes do grupo mudam a cada ano, e a reunião é estritamente para convidados. Os locais das conferências mudam anualmente, e os jornalistas não estão autorizados a participar. A agenda da reunião é para promover o diálogo entre a Europa e América. Isso era especialmente importante durante a sua criação, na Segunda Guerra Mundial.

De acordo com o site da organização, os membros são livres para discutir sobre a sociedade, mas eles não estão autorizados a citar qualquer membro em particular. Isso é para garantir que cada membro possa ser livre para discutir em diálogo aberto e para debater.

Fonte: Epoch Times

terça-feira, 8 de julho de 2014

Vaticano reconhece juridicamente Associação Internacional de Exorcistas


A Congregação para o Clero reconheceu juridicamente à Associação Internacional de Exorcistas (AIE), fundada por um dos exorcistas mais célebres do mundo, padre Gabriele Amorth, informa nesta quarta-feira "L'Osservatore Romano", o jornal da Santa Sé.

Mediante um decreto datado de 13 de junho, esta congregação da Cúria Romana aprovou os estatutos da AIE concedendo personalidade jurídica de associação internacional de fiéis, com base no artigo 322.1 do Código de Direito Canônico.

A ideia de englobar os exorcistas em uma associação surgiu do padre Amorth na década de 80, com o objetivo de organizar reuniões para compartilhar experiências e reflexões para assim poder ajudar de um modo mais concreto e eficaz às pessoas que recorriam a eles.

Conforme a publicação do Vaticano, naquele período aconteceu um aumento da difusão das "práticas ocultas", por isso um crescente número de fiéis reivindicava a ajuda dos exorcistas.

A Associação Italiana de Exorcistas foi fundada em 4 de setembro de 1991. Dois anos mais tarde, em 1993, o padre Amorth e seus colegas italianos participaram de um simpósio organizado pelo exorcista francês René Chenessau e pelo teólogo René Laurentin. Atualmente, a AIE conta com cerca de 250 exorcistas presentes em 30 países.

"L'Osservatore Romano", que possui versão online em Português, lembra que a experiência foi positiva, por isso se repetiu em 1994, encontro no qual se decidiu finalmente dar continuidade a este evento com uma estrutura organizada.

Padre Francesco Bamonte, presidente da associação desde 2012, afirmou ao jornal que a aprovação do AIE pela Santa Sé é "motivo de alegria, não só para os associados, mas também para toda a Igreja".

"Deus chama alguns sacerdotes para este precioso ministério do exorcismo e da libertação, com a missão de acompanhar com humildade, fé e caridade", acrescentou.

O exorcismo é uma oração oficial da Igreja Católica que invoca Deus e exige que o diabo libere uma determinada pessoa.

Seu ritual foi renovado na época de João Paulo II, em 1998, quando a Igreja Católica decidiu, após quase 400 anos, revisar o texto anterior - de 1614 - devido às mudanças que supôs o Concílio Vaticano II (1962-1965) e aos avanços da ciência no campo da mente.

Em maio de 2013, o canal "TV2000", propriedade dos bispos italianos, retransmitiu um suposto exorcismo ou "oração de libertação" que o papa Francisco realizou em um jovem na Praça de São Pedro do Vaticano, após a Missa de Pentecostes.

Nas imagens, um rapaz, prostrado em uma cadeira de rodas, abria a boca no momento em que o pontífice posava as mãos no seu rosto e pronunciava palavras ininteligíveis. A versão oficial da Santa Sé foi que Francisco não realizou qualquer exorcismo, mas simplesmente rezou por uma pessoa doente que lhe foi apresentada.

Fonte: Yahoo!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Ex-executiva do Banco Mundial afirma que 'ETs comandam a economia mundial'


Depois do ex-ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, se manifestar sobre o assunto no ano passado, foi a vez de Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial, afirmar que extraterrestres comandam a economia mundial e o Vaticano. Segundo ela, seres com cabeça alongada e inteligência excepcional são os responsáveis pelo controle.

“Criaturas não humanas, de cabeça alongada e com QI 150, controlam o Vaticano e os bancos de todo o mundo. Não são da raça humana. Eles se chamam Homo Capensis. Estiveram na Terra, ao lado da humanidade, antes da Idade do Gelo", afirmou ela em entrevista que pode ser vista no YouTube (assista abaixo, com áudio em inglês).

Para dar base à sua ideia, a ex-executiva cita o caso de objetos encontrados com faraós egípcios, que cobriam suas cabeças, e crânios encontrados no Peru. Com currículo extenso e bem conceituado, Hudes era assessora do alto escalão do Banco Mundial.



Fonte: Yahoo!

segunda-feira, 24 de março de 2014

10 estranhas e obscuras sociedades secretas


As sociedades secretas, como os Illuminati e os maçons sempre parecem ter o centro das atenções.

No entanto, um bom número de grupos menos conhecidos têm as suas próprias histórias estranhas para contar que os tornam tão interessantes quanto os seus colegas mais famosos.

Conheça aqui outras 10 sociedades secretas estranhas e obscuras que não são tão conhecidas, mas que são igualmente, ou ainda mais, bizarras.

10. A Ordem de Chaeronea

A batalha de Chaeronea em 338 AC viu a derrota do Batalhão Sagrado de Tebas, uma antiga unidade de combate grego de elite composta por 150 soldados e pelos seus amantes masculinos.

Anos mais tarde, em 1899, Chaeronea emprestou o seu nome a um relacionado, mas muito diferente grupo da Ordem dos Chaeronea, uma organização política inglesa para homens gays.

Cecil Ives fundou o grupo como um meio para comunicar-se sem medo de perseguição. Ele modelou a ordem como uma verdadeira sociedade secreta, com a elaboração de cerimônias e senhas para os seus membros.

Muitos intelectuais gays proeminentes juntaram-se - Oscar Wilde teria sido um membro. A organização espalhou-se por todo o mundo, permitindo a Ives promover os direitos dos homossexuais por meio de livros e inúmeras palestras.

A ordem tornou-se um precursor moderno para as organizações de direitos do século 20. Depois da morte de Ives, o movimento perdeu fôlego, ganhando força novamente durante a década de 1990, especialmente nos EUA, e inspirando várias ramificações.

9. Os Cavaleiros do Apocalipse

Este grupo foi formado em 1693 para proteger a Igreja Católica contra a suposta vinda do Anticristo. Membros eram conhecidos pelos seus hábitos peculiares, como levar espadas para o trabalho e vestir roupas com uma estrela elaboradamente desenhada no peito.

O estranho comportamento da sociedade poderia ter sido fomentado pelo próprio fundador, o filho de um comerciante de nome Agostino Gabrino. Um homem comprovadamente insano, Gabrino era conhecido por ter interrompido duas massas da igreja agitando uma espada e proclamar que ele era o "Rei da Glória".

Na fundação de seu grupo, ele se declarou um "Monarca da Santa Trindade" e concebeu um conjunto bizarro de regras para os seus cavaleiros, que incluíam a prática da poligamia e casamento exclusivo com virgens.

Um ano depois do grupo começar, um cavaleiro traiu a sua existência à Inquisição. A ordem foi dissolvida, e seus cavaleiros foram lançados à prisão.

8. A Ordem da Mão Oculta

Este grupo teve apenas um objetivo. Os seus membros inseriram uma particular frase "era como se uma mão oculta tivesse feito", em jornais e outras publicações. O grupo teve o seu início quando Joseph Flandres, um repórter do Charlotte News, inocentemente usou a frase num relatório.

Os seus amigos gostaram tanto do texto que conspiraram copiá-lo o mais rápido possível. Em breve, outros repórteres e jornalistas de todo o mundo começaram a usar a frase em suas próprias histórias. A conspiração foi desfeita em 2004, quando James Fanega, repórter do Chicago Tribune, conseguiu rastrear os autores e listar as publicações onde se tinham infiltrado.

No entanto, o grupo recuperou em 2006, quando o líder Paul Greenberg e os principais membros anunciaram que tinham escolhido uma nova frase para continuar a tradição. Até agora, ninguém conseguiu descobrir a nova frase, que afirma Greenberg já apareceu em muitos dos principais pontos de venda.

7. Clube da Cabeça do Bezerro

Logo após a execução do rei Charles I em 1649, os seus adversários formaram o Clube da Cabeça do Bezerro para zombar a sua memória. Os membros reuniam uma vez por ano, a 30 de janeiro, aniversário da execução e celebravam um jantar muito bizarro, com um machado simbólico pendurado por cima da sala de jantar.

O próprio menu inclui cabeças de bezerros (que representava o escritório e os apoiantes do rei), uma cabeça de bacalhau (que representava o próprio rei), e um grande pique e a cabeça de javali recheado com um pique menor e uma maçã, respectivamente (que representava a tirania do rei).

Os membros tinham o seu próprio hino, que elogiava a morte do rei, e brindavam com vinho em copos feitos de crânios da panturrilha. Eles também queimaram uma cópia da autobiografia do rei. Após a restauração da monarquia em 1660, o clube teve que atender secretamente.

O clube finalmente chegou ao fim em fevereiro de 1735, quando uma multidão invadiu uma reunião e quase linchou vários membros.

6. Os Arioi

Os Arioi eram uma sociedade secreta que existiu no Tahiti bem antes dos europeus encontrarem o caminho para a ilha. O grupo era dedicado ao culto do seu patrono Oro, e viajou extensivamente em busca de novos recrutas. Para atrair novos candidatos, os membros fizeram elaboradas danças rituais.

Qualquer um poderia pedir para entrar, mas apenas o mais bonito e belo acabara a ser selecionado, uma vez que a sociedade ligava beleza à proeza espiritual. Os membros tinham que memorizar os seus rituais perfeitamente para serem reconhecidos, caso contrário, eles eram ridicularizados sem piedade.

Além disso, a sociedade pregava um estilo de vida muito livre, como evidenciado por alguns dos seus rituais que enfatizava relações intimas. O seu comportamento evidentemente enojou os missionários cristãos designados para o local.

Entre os seus hábitos os Ariori não permitiam o nascimento de crianças, uma vez que isso interferiria com os deveres dos membros. Eles rotineiramente abortavam os bebês. Os pais cujos filhos sobreviviam eram rebaixados no seio da sociedade. O proselitismo cristão, eventualmente, pôs fim aos Arioi por volta do século 19.

5. O Gado Escocês

Em resposta a condições de trabalho injustas, os mineiros galeses na década de 1820 formaram uma união secreta chamada de Gado Escocês, em honra da raça temível de gado das montanhas. Cada cidade mineira na região teve a sua próprio facção, liderado por um líder chamado de "O Touro".

Juntos, os membros intimidaram e atacaram quem se opunha à sua causa. Os seus alvos não eram limitados a patrões opressores. O grupo normalmente enviava primeiro uma carta de advertência para o ofensor. Se fosse ignorado, os membros com rostos enegrecidos e vestidos com peles de vaca invadiam a casa do homem à meia-noite e destruíam a sua propriedade.

Às vezes, os membros também espancavam o homem, antes de sair. O grupo pintava sempre a cabeça de um touro vermelho na porta da frente do vitima. O grupo secreto continuou as suas operações até à década de 1840, quando os sindicatos mais organizados tomaram o seu lugar.

4. A Ordem do anjo pavão

Essa sociedade secreta inicialmente formada na Grã-Bretanha na década de 1960, baseia-se nas antigas crenças religiosas dos Yezidis - um grupo que tem enfrentado acusações de adoração ao diabo de muçulmanos e cristãos.

O grupo realmente adorava Melek Taus, o Anjo Pavão, representado por qualquer uma estátua de pedra de um pavão ou por um pássaro de verdade. Os membros acreditam que o anjo pavão tem o poder de responder às orações e reverenciam-no em conformidade.

A sua sala de reunião é normalmente preenchida com imagens sagradas do Anjo Pavão, o próprio altar está colocado no meio e contém o principal símbolo de veneração. Os membros muitas vezes fazem uma dança ritual lenta ao redor do altar, enquanto eles silenciosamente expressam os seus desejos.

A dança leva gradualmente a um ritmo frenético enquanto aumenta o fervor religioso. Ele termina em total êxtase, com os membros satisfeitos já estão preenchidos com o poder divino do Anjo Pavão, acreditam os membros.

3. A Sociedade do Leopardo

Embora tivesse adeptos na África Oriental, a sanguinária Sociedade do Leopardo prosperou principalmente nos países do Oeste Africano como a Nigéria e Serra Leoa. Os membros deste culto envolviam-se em rituais de sacrifício humano e canibalismo.

Vestidos com uma pele de leopardo e armado com garras de metal afiadas e dentes, os membros emboscavam e espancavam uma vítima incauta até à morte. Depois disso, o homem leopardo recolhia o sangue da vítima e usava-o para fazer uma poção que ele acreditava que dar-lhe poderes sobrenaturais.

Depois de uma onda de assassinatos após a I Guerra Mundial, as autoridades coloniais na Serra Leoa e Nigéria erradamente pensaram que tinham suprimido com sucesso o culto. A Sociedade do Leopardo voltou a emergir depois da Segunda Guerra Mundial, matando mais de 40 pessoas.

Os moradores recusaram fornecer qualquer informação sobre o culto, porque acreditavam na invulnerabilidade dos homens-leopardo. Só depois das autoridades conseguirem matar um membro em 1948 em frente a várias testemunhas as pessoas expressaram a sua vontade de ajudar.

Essa descoberta permitiu às autoridades encontrar o esconderijo do culto, prender 34 membros e enforcar outro 39. Para espalhar a história de que os membros eram apenas humanos, as autoridades permitiram a vários chefes locais ver as execuções.

2. Os Bald Knobbers

Este grupo de vigilantes secreto surgiu em resposta à criminalidade desenfreada e ilegalidade que assolou o sudoeste do Missouri após a Guerra Civil. Liderados pelo seu fundador, um veterano desmedido chamado Nat Kinney, os Bald Knobbers de Taney Count passou a tomar a lei nas suas próprias mãos.

Vestindo casacos ao contrário e ostentando estranhas máscaras com chifres, os Bald Knobbers empregaram táticas de mão pesada como chicotadas, espancamento e até assassinando suspeitos de crimes. Eventualmente, alguns Bald Knobbers começaram a usar os seus membros para proteger as suas próprias atividades criminosas.

A notoriedade do grupo atingiu o pico em 1887, quando eles mataram dois críticos e feriram as suas famílias. As autoridades prenderam 20 membros e executado outros quatro. Um ano depois, Kinney - que já havia deixado o grupo antes dos tiroteios - foi morto por um adversário da organização.

Apesar de pequenos conflitos continuarem a existir depois disso, os Bald Knobbers haviam efetivamente chegado ao seu final por volta de 1889.

1. O Secte Rouge

De acordo com Zora Neale Hurston, um autor Africano-Americano que viajou para o Haiti em 1930, o Secte Rouge - também conhecido como Cochon Gris ou Vinbrindingue - era uma sociedade secreta que praticava o canibalismo ritual e o roubo de túmulos.

Embora ela tivesse nenhuma experiência em primeira mão com a sociedade, ela teve três encontros indiretos com o culto. O primeiro ocorreu em 1936, quando ouviu uma batida ímpar de tambores tarde na noite. Ela queria sair para investigar, mas a sua governanta avisou para ficar dentro de casa, ou arriscava a ira do culto.

A segunda vez aconteceu quando ela questionou um homem queimando pneus perto da casa dela. O homem explicou que a fumaça de pneu era para deter os membros da seita de sequestrar o seu filho. Finalmente, ela viu milicianos numa operação secreta para reprimir um grupo desconhecido numa área remota da ilha.

Tudo isso, além de relatos de moradores locais que juraram a existência do grupo, pintou o retrato de um culto sanguinário que se reuniu à noite num cemitério e envolveu-se em rituais macabros, incluindo sequestrar viajantes para sacrifícios humanos.

Bonus: Os Skoptsy

Em linha com alguns dos rituais mais loucos jamais realizados em nome da religião, os Skoptsy da Rússia castravam-se a si mesmos na crença de que isso os levaria à salvação.

Fundada em meados do século 18 por dois camponeses de nome Andrei Ivanov e Kondratii Selivanov, o Skoptsy acreditavam que os órgãos genitais e os seios só apareceram depois de Adão e Eva comerem o fruto proibido e, por conseguinte , estes órgãos devem ser removidos para se viver uma vida perfeita.

Pouco tempo após a fundação do grupo, as autoridades prenderam os dois líderes e exilado para a Sibéria. Selivanov conseguiu escapar e viajou para São Petersburgo, onde se intitulou o Messias e disse ser a reencarnação do czar Pedro III. A sua pregação atraiu muitos seguidores.

Ele também atraiu atenção renovada por parte das autoridades, que o prenderam várias vezes e, finalmente, enviaram para um mosteiro. A prisão de Selivanov e posterior morte não fez nada para diminuir o crescimento da seita.

No seu auge, os Skoptsy incluíram mais de 100 mil membros, chegando mesmo a ter membros da elite russa. Após a revolução comunista, os números da seita diminuíram drasticamente. Hoje, estima-se que existam pouco mais de 100 membros, a maioria localizada no berço da seita.

Fonte Ciência Online

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O mistério do número 33: Religião, mortes e Illuminati


Mesmo que não percebamos o número 33 está ligado a muitos dos mais importantes acontecimentos de nossa história, inclusive é parte destacada de religiões, o que o torna centro de estudos e discussões.

Na espiritualidade, os números 11, 22 e 33 são considerados os mestres, sendo o último deles o "Mestre dos Mestres", trinta e três foi a idade em que Jesus morreu e é o grau máximo na Maçonaria, é também o número de divisões do símbolo da ONU (Organização das Nações Unidas), a qual muitos dizem ser domínio dos Illuminatis.

Com 33 anos Alexandre, o Grande, faleceu. Durante a mesma quantidade de tempo Davi governou Jerusalém. O Livro dos Mortos fala de 33 céus, 33 também são os ciclos lunares de uma gestação, esse número também é o símbolo da Ku Klux Klan, sendo K a décima primeira letra do alfabeto, ou seja, KKK seria como 11 - 11 - 11 somando 33 no final.

Na biologia 33 são as voltas sequenciais que formam o DNA e 33 é o número do arsênio, poderoso veneno, além de que os humanos possuem 33 vértebras, e a menor partícula da física quântica é medida por 10 elevado a -33.

Alguns fatos estranhos também envolvem o misterioso 33, pois a Guerra Civil Americana começou no paralelo que carrega esse número, assim como ocorreu à morte de Franklin D. Roosevelt, Presidente Americano, que supostamente morreu de uma hemorragia no cérebro, uma história que até hoje é bem duvidosa. Logo após sua morte Harry S. Truman assumiu a Presidência, bem quando ele havia se tornado um Maçom de grau 33 e virou o trigésimo terceiro Presidente daquele país.

A primeira detonação atômica que se tem registro aconteceu no paralelo 33, e também nessa linha foi morto o famoso John F. Kennedy, assim como seu irmão, Robert F. Kennedy, anos mais tarde.

O mais conhecido e investigado acidente envolvendo OVNIs aconteceu em Roswell, que se localiza próximo ao paralelo 33. Além disso, alguns dos principais sítios arqueológicos do mundo estão nesse paralelo, como se os povos antigos tivessem encontrado esse lugar como o lugar ideal para se viver, o que poderia ser uma verdade, pois as pirâmides estão altamente ligadas ao número 33, tanto pelo formato triangular, como por exemplo, a profundidade da câmara subterrânea da pirâmide de Quéops que é de 33 metros e ela também tem 33 câmaras.

O número 33 está em todos os lugares, somente não percebemos, e parece fazer parte de grandes momentos da história. Isso nos deixa uma certeza, ele tem um significado bem maior do que apenas um número, pois aparece em diversas culturas e crenças.

Fonte: Resistn Survive

sábado, 16 de novembro de 2013

A sociedade secreta Vril

Matéria retirada do excelente blog e nosso parceiro Noite Sinistra.

Uma das sociedades de ocultismo mais sinistras da História, criada a mais de 100 anos e mantida em segredo até os dias de hoje. Conta à lenda que os membros originais acreditavam que poderiam viver em baixo da terra, ou voar até as estrelas usando o poder de uma substância misteriosa chamada “Vril”, eles acreditavam que um dia dominariam o mundo, e acreditem, chegaram muito perto disso.

Esse grupo bizarro estava dentro do partido Nacional Socialista, ou o famoso “Partido Nazista”, e como acontece com muitas sociedades secretas, tem remanescentes ainda hoje. As lendas por trás das sociedades secretas são apavorantes, mas as vezes, a realidade é ainda pior que a lenda. Sempre houveram sociedades secretas ao longo da história, algumas voltadas para fazer o bem, outras já nem tanto, e no caso da Sociedade Vril, a verdade é perturbadora, pois não era lá um grupo bem intencionado. Fundada antes da segunda Guerra Mundial, a sociedade Vril é ainda hoje uma das mais misteriosas sociedades alemãs, dentre seus membros, haviam muitos homens da cúpula do partido nazista, como Hermann Goering, Heinrich Himmler, e até Adolf Hitler.

O objetivo dessa sociedade, em suma seria assegurar e confirmar a supremacia da raça Ariana, só que antes mesmo do Nazismo existir, os ocultistas Vril trabalhavam em total segredo fazendo qualquer coisa para garantir o poder Ariano. Uma vez emersos nessa sociedade obscura, faziam desde assassinatos políticos, evocação de espíritos, orgias sexuais e o mais sinistro, sacrifícios humanos. Essa prática bizarra dos membros da Sociedade Vril teve seu auge no fim da Primeira Guerra Mundial, onde na Bavária, várias crianças ilegítimas ou órfãs foram abrigadas vindas de lugares devastados pela Guerra, crianças essas, cujo sumiço não seria percebido. A crença diz que o Vril vindo de uma criança era o mais concentrado e poderoso do que qualquer outra fonte, as crianças eram vistas como portais entre os mundos Astral e Material de um modo que os adultos não eram, seriam elas portanto, vítimas ideais para o sacrifício humano.

A energia Vril

A energia Vrill era eminentemente telúrica, oferecendo capacidades aos seus seguidores; a capacidade de curar ou ferir pessoas, levantar objetos e por fim a elevação dos próprios para outra dimensão de nível superior.

Esta energia Vrill era alcançada através da meditação, orgias sexuais, e até sacrifícios de crianças. Consideravam-se Seres superiores capazes de feitos inimagináveis e tudo acontecia em subterrâneos. Quando os Nazistas se aperceberam deste suposto poder, apoderaram-se do conceito da seita e exuberaram com as suas práticas.

Origem da crença no Vril

Esse conceito bizarro do “Vril” foi tirado de um livro de ficção científica de 1871, em um livro chamado “The Coming Race”, ou ( A Raça do Futuro ), escrito por Edward Bulwer Lytton. Nesse livro, Lytton descreve uma raça chamada “Vrilia”, que teria, segundo ele, o completo domínio da força Vril.

Era pura ficção científica, mas ganhou adeptos à teoria do Vril, mesmo porque, ficção científica nesse período da História era um poderoso fenômeno popular de massa, em 1871, esse ramo de leitura era algo tido como tão original que pessoas levavam isso a crença factual do que imaginária. Lytton ainda diz em seu livro, que esses super seres, os “Vrília”, com o domínio da força “Vril”, teriam o poder de fazer quase tudo, curar doenças ou destruir nossa humanidade conhecida em um piscar de olhos. O Protagonista da estória descobre no entanto que, uma criança detentora da força Vril poderia destruir uma cidade inteira. O Livro de Lytton, A Raça do Futuro, em vários aspectos foi o pré-cursor de, pelo menos, algumas das ideologias que culminaram com a “Solução Final”. Pode parecer uma dessas teorias de mesa de bar, ou matéria de Jornais Sensacionalistas, mas de fato, a Sociedade Vril era mesmo, conscientemente dedicada a serviço do mal, e pelo impacto que teve no fundadores do Partido Nazista, iria se disseminar nas pessoas que iriam capitanear o regime mais cruel do século XX.



O Nascimento da sociedade secreta

Muitas fontes afirmam que a sociedade nasceu em 1918, em reuniões secretas próximo a cidade Bávara de Berchtesgaden, foi criada então a sociedade Germânica de Metafísica, nomeada mais tarde por sociedade Vril.

Criada originalmente por dois homens, sendo um desses fundadores o filho de maquinista, chamado Adam Alfred Rudolf Glauer, que mais tarde viria a ser conhecido como Rudolf Von Zebottendorff, apesar de ser de origem humilde Adam foi muito ativo nos círculos ocultistas, ele era maçom e alquimista, e havia fundado o grupo anterior, a Sociedade Thule, onde a energia Vril também era cultuada e que também teve Hitler como membro.

O outro homem a quem se credita a fundação da sociedade Vril foi Dietrich Eckhart, viciado em morfina e dotado de um poder de persuasão hipnótico anti-semita. Eckhart foi o amigo mais próximo de Hitler entre os anos de 1918 à 1923, quando veio a falecer. Ele acreditava que estava preparando o terreno para o salvador da Alemanha, ele era acalmado por uns como um gênio e por outros tantos como louco, passou grande parte da vida entrando e saindo de manicômios espalhados pela Alemanha, era tão obcecado pelo poder que se auto-denominava “Profeta João Batista”, fazendo alusão ao profeta bíblico que pavimentou a estrada para o verdadeiro messias.

Os principais membros

Eckhart foi também uma das principais mentes na criação do Partido Nazista, ele via Hitler como um messias, um homem santo que viria a salvar o povo alemão. Ele deu mais ênfase em sua teoria de “Messias Alemão” quando se consultou com uma médium que afirmava que “quando estava em transe viu uma aparição, que tomou forma ao sair de sua vagina e que seria o novo messias alemão, e teria o nome de Adolf Hitler”. Misteriosamente, em dois anos, esse grupo de nacionalistas alemães se tornariam a “Elite”, a cúpula do partido nacional socialista, e muitos de seus líderes eram membros da sociedade Vril, como:

Herman Goering: Comandante da Luftwaffe, que dentro outros devaneios, acreditava que Jesus não era Judeu, e sim “ Ariano”.

Rudolf Hess: Representante de Hitler no partido Nazista, esse por sua vez, acreditava em tudo, até que dormir com imãs sob a cama afastaria emanações nocivas.

Martin Bormann: Chefe da chancelaria do partido nazista, declaradamente satanista, Bormann era taxativo quanto a sua vontade de exterminar o Cristianismo e o Judaísmo, ele dizia que via o Cristianismo como “Perversão Judaica”.

E por fim, mas não menos importante Adolf Hitler: Talvez, o mais malandro de todos os mencionados acima, pois tirou proveito da sociedade para atender seus próprios objetivos, Hitler tirou proveito do momento de Frenesi que vivia o ocultismo naquela época, manipulando os membros loucos dessa sociedade como bem quis, nenhum dos membros chegava a seus pés em crueldade, e porque não, inteligência.

Para Hitler, a Sociedade Vril e todo o interesse pelo ocultismo da época eram só uma ferramenta para chegar ao topo, mas Hitler tinha suas próprias crenças ocultas. Muitos acreditam que seu primeiro contato com o Ocultismo aconteceu muito antes da Primeira Grande Guerra, em Viena (Áustria) quando conheceu um bizarro homem chamado Jörg Lanz Von Liebenfels, ele era obcecado pelo Ocultismo Ariano, frequentador da cidade de Carnuntum, onde os Alemães derrotaram os romanos no século I.

Liebenfels publicava uma revista chamada Ostara, onde explanava suas ideias de uma religião nova nomeada Ariosofia, recheada de divagações sobre raça e de uma ideia bizarra ocultista. Hitler era um leitor assíduo dessas publicações, nas quais Liebenfels defendia que Judeus deveriam ser mortos, pelo simples fato de serem Judeus. Com essas idéias maturando na cabeça, Hitler estava cada vez mais perto do Vril, do Partido Nazista e da Solução Final.

A influência da Sociedade Vril na história moderna teve uma proporção gigantesca, de 1888 à 1920, centenas de sociedades secretas foram criadas e transformadas, e geraram sub-grupos ainda mais secretos, alguns perigosamente nacionalistas, com a “Mão Negra”. Foi atribuída a Mão Negra o assassinato do Arqui-Duque Austríaco Francisco Fernando em 1914, desencadeando de forma singular a Primeira Guerra Mundial.

Os 30 anos que antecederam a criação da Sociedade Vril foram marcados pela solidariedade racial e pelo ocultismo, ocultismo esse que dominava o pensamento de praticamente todas as classes sociais no fim do século XIX, domínio esse atribuído a uma grande mística desse século, chamada Madame Helena Blavatsky. Fundadora da Sociedade Teosófica, em 1875 e se transformou em uma referência no campo do Ocultismo, com seu livro, “A Doutrina Secreta” escrito em 1885, foi o primeiro do gênero a combinar ciência com religião, influenciou ativamente a criação de diversas sociedades posteriores, incluindo a Sociedade Vril, principalmente pelo fato de Madame Blavatsky ter escrito que pessoas da raça “Raiz Ariana” termo que significava “nobre”, e que teriam estes vindos como descendentes diretos do povo Atlantis.