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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Fotos mostram 'cemitério militar' japonês no fundo do oceano Pacífico









Coberto por corais e abandonado no fundo oceano Pacífico, uma série de fotos mostra os 'restos' do arsenal militar do Japão que afundou junto com uma base naval após uma série de bombardeios por parte dos Estados Unidos.

Os cliques foram feitos pela instrutora de mergulho Brandi Mueller, de 32 anos, em Chuuk Lagoon, na Micronésia. Ela passou uma semana mergulhando na área cinco vezes por dia para fazer os cliques.

A força aérea dos Estado Unidos bombardeou a base naval em fevereiro de 1944 em uma missão de dois dias conhecida como "Operação Hailstone". Estima-se que 400 aeronaves e 50 navios japoneses tenham sido destruídos na operação, que deixou mais de 2 mil soldados mortos.

Fonte: Rede TV

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Rússia desenvolve drone submarino nuclear, diz Pentágono


Segundo fontes da inteligência norte-americana, por meio de um comunicado do Pentágono, Moscou está desenvolvendo um “veículo submarino não tripulado” (UUV, na sigla em inglês), com capacidade de transportar armas nucleares de grande escala destrutiva.

Trata-se de um veículo autossuficiente de ataque, equipado com ogivas nucleares e que faz parte do programa de modernização armamentista da Rússia. “É um submarino não tripulado que terá alta velocidade e capacidade para percorrer longas distâncias”, afirmou um funcionário da inteligência ao The Washington Times.

Um analista americano suspeita que o drone submarino possa ter inspiração em um torpedo da era soviética, o T-15, que foi desenvolvido no despertar da era nuclear.

Fonte: History

domingo, 6 de setembro de 2015

Polônia mobiliza Exército para encontrar misterioso 'trem nazista'


A Polônia anunciou nesta terça-feira a mobilização de especialistas militares para verificar a existência de um misterioso "trem nazista" supostamente carregado de ouro e enterrado na região de Walbrzych (sudoeste) ao final da Segunda Guerra Mundial.

"O ministro decidiu enviar meios técnicos para investigar e verificar a existência deste trem", declarou à AFP o porta-voz do ministério da Defesa, Jacek Sonta.

"Militares especialistas em minas terrestres vão determinar nos próximos dias os meios técnicos que serão utilizados", acrescentou.

"O exército vai agir a pedido do governador da região", concluiu.

No entanto, o governador da região, Tomasz Smolarz, expressou na segunda-feira seu ceticismo sobre a existência do comboio que fascina há dias a opinião pública na Polônia e no exterior.

"O valor informativo do anúncio da descoberta é de modo algum superior aos que já apareceram nas últimas décadas", declarou à imprensa Smolarz, depois de reunir uma unidade responsável pela caso.

"Com base nos documentos apresentados (pelos caçadores de tesouros) ao prefeito de Walbrzych, é impossível afirmar que tal achado está realmente localizado no local indicado", disse ele.

Smolarz negou ainda a existência de imagens de georadar (que estuda a composição e estrutura do solo), que teriam sido fornecidas pelos descobridores que continuam anônimos.

Na sexta-feira, o curador-geral de monumentos na Polônia, Piotr Zuchowski, afirmou ter visto imagens de um radar de penetração no solo de um trem blindado, com mais de 100 metros e enterrado no subsolo.

Ele disse estar "99%" convencido da existência desse "trem nazista".

O dirigente da Baixa Silésia anunciou nesta segunda-feira que a área indicada pelos potenciais descobridores, que representa cerca de três hectares de terra em Walbrzych, será protegida pela polícia e outros serviços competentes, como a polícia ferroviária, e que toda informação fornecida será "analisada do ponto de vista histórico, geológico, geográfico e técnico".

Fonte: Yahoo!

domingo, 30 de agosto de 2015

Imagens de radar confirmam que trem blindado está escondido em montanhas na Polônia



Suspeitas apontam para um comboio nazista desaparecido no final da Segunda Guerra Mundial.

O secretário de Conservação da Herança Nacional da Polônica, Piotr Zuchowski, confirmou que um trem blindado foi encontrado por um georradar a 100 metros da superfície em uma região montanhosa do país.

Imagens mostram que poderia ser o comboio nazista carregado de ouro perdido há 70 anos -- conhecido como "trem do ouro" -- nas proximidades de Walbrzych e supostamente descoberto há poucos dias por dois caçadores de tesouros.

Segundo Zuchowski, os caça-tesouros souberam da informação sobre a localização do trem graças a uma pessoa que tinha participado de sua camuflagem.

"Informações sobre onde este trem está e qual o conteúdo dele foram reveladas por uma pessoa que conhecia o segredo e preferiu contar o que sabia antes de morrer", disse ele em coletiva de imprensa, em Varsóvia, nesta sexta-feira (28/08).

O secretário diz que autoridades polonesas, então, encontraram evidências da localização do trem através de um satélite de alta penetração no solo.

Quanto ao conteúdo, ainda há dúvidas. Zuchowski afirma não ter certeza do que há no interior do comboio. "Provavelmente equipamento militar, mas também possivelmente joias, peças de arte e documentos. Trens blindados dessa época eram usados para carregar itens extremamente valiosos e este é um deles. E dos grandes!", disse.

"Embora se desconheça seu conteúdo, o fato de ser um transporte blindado leva a crer que o trem carregasse objetos de valor", afirmou Zuchowski.

Autoridades polonesas pediram aos caça-tesouros e curiosos que parem as buscas pelo trem e permitam que os especialistas montem um esquema de segurança no perímetro.

Na cidade de Walbrzych (sudeste da Polônia) existe há décadas o boato sobre um trem nazista que desapareceu nos últimos meses da Segunda Guerra Mundial, quando transportava um tesouro, provavelmente ouro e joias que seriam enviados à cidade de Breslávia.

Durante a ocupação nazista foram construídas na região instalações militares subterrâneas para proteção contra ataques aéreos aliados.

Segundo a lenda local, um dos comboios ferroviários nazistas desapareceu dentro de um desses túneis durante o avanço do Exército soviético rumo a Berlim em 1945.

Fonte: Época Negócios

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Oceano Pacífico abriga cemitério de aviões da Segunda Guerra

O fundo do Oceano Pacífico guarda muitos tesouros para exploradores. Vestígios da Segunda Guerra Mundial podem ser facilmente encontrados nas profundezas do mar.

Vários aviões foram derrubados nas águas durante o conflito e seus restos permanecem em diversos pontos do Pacífico. O que pouca gente sabe é que algumas aeronaves foram simplesmente descartadas nas águas. Nas Ilhas Marshall repousa um verdadeiro cemitério de aviões.

De acordo com a fotógrafa Brandi Mueller, o descarte acontecia porque era muito caro levar os aviões de volta aos Estados Unidos após o fim da guerra. Brandi fez um ensaio que mostra os destroços das aeronaves, confira:













Fonte: History

domingo, 3 de maio de 2015

Encontrado navio com tesouro de 50 milhões de euros que foi afundado por nazistas


Os restos do SS City of Cairo, navio afundado em 1942 por torpedos nazistas, foram encontrados em 2011 pela empresa especializada Deep Ocean Search (DOS). Depois de localizar o navio, a DOS trabalhou por dois anos utilizando técnicas robóticas até concluir, em setembro de 2013, o resgate do tesouro carregado pelo navio: mais de 100 toneladas de prata, avaliadas hoje em 50 milhões de euros.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, não havia autorizado que a companhia tornasse pública esta grande descoberta até pouco tempo, quando foi confirmado o sucesso da missão. A DOS rastreou uma área duas vezes maior que Londres e fincou uma placa comemorativa de sua conquista no fundo do mar.

O barco City of Cairo foi construído em 1915, em Liverpool. Ele deveria levar 311 pessoas da Índia até a Inglaterra, mas foi alcançado por um submarino alemão U-68 a 800 km da Ilha de Santa Helena. Lá, ele naufragou e ficou a mais de cinco mil metros de profundidade por décadas.

Fonte: History

domingo, 22 de março de 2015

Aposentado pode ter encontrado tesouro que nazistas roubaram dos soviéticos há mais de 70 anos



Um pesquisador alemão aposentado afirmou saber o paradeiro do “Salão de âmbar”, a notável peça de ourivesaria que os nazistas roubaram da União Soviética há mais de 70 anos.

Essa joia preciosa, encomendada por Sofia Carlota de Hanôver, foi oferecida como presente ao czar Pedro, o Grande, da Rússia, por Frederico Guilherme I, em 1776.

Séculos depois, as tropas nazistas a roubaram em um palácio próximo a São Petersburgo e a levaram para Koenigsberg, onde desapareceu misteriosamente, sem deixar nenhum rastro. Desde então, agentes de diferentes governos e pesquisadores independentes se dedicaram à sua busca, em vão.

Agora, Karl-Heinz Kleine, um investigador de 68 anos, diz ter encontrado, na zona industrial de Ruhr, na Alemanha, o destino de “O Salão de âmbar”, que estaria enterrada em uma câmara oculta, debaixo da cidade de Wuppertal.

Kleine acredita que isso reforçaria a teoria de que foi Erich Koch, administrador-chefe dos nazistas na Prússia Oriental, quem planejou o roubo, uma vez que ele a teria enviado à sua cidade natal.

E acrescentou, com otimismo, que Wuppertal possui muitos túneis e bunkers ainda inexplorados. “Começamos a procurá-la aqui, mas o processo será caro.

Precisamos de ajudantes, equipe, dinheiro e uma nova broca hidráulica para pode completar a escavação. Tenho apenas uma pequena pensão, mas aquele que ajudar, vai receber sua parte da descoberta quando ela aparecer”. E tem muita gente disposta a colaborar com essa empreitada.

Fonte: History

segunda-feira, 9 de março de 2015

Cofundador da Microsoft diz ter encontrado destroços de navio de guerra japonês


Paul Allen, cofundador da Microsoft, disse ter encontrado os destroços do encouraçado com maior poder de fogo da história, um navio japonês afundado na Segunda Guerra Mundial pela Marinha americana em frente à costa das Filipinas.

O multimilionário publicou fotos e vídeos na internet de supostas partes do "Musashi", detectado na segunda-feira por um robô a bordo do "Octopus", o iate de Allen consagrado à exploração e à pesquisa científica.

O fragmento do navio repousa a uma profundidade de um quilômetro no mar de Sibuyan, no centro do arquipélago filipino, palco de uma das grandes batalhas navais da guerra do Pacífico em 1944.

"Descanse em paz a tripulação do Musashi, 1.023 vidas se perderam" no bombardeio do navio lançado pelos Estados Unidos em 24 de outubro de 1944, escreveu Allen no Twitter.

O encouraçado, que leva o crisântemo do selo imperial japonês, estava equipado com nove canhões de 460 mm, o maior poder de fogo disposto em um navio de guerra por um canhão convencional.

Seu navio gêmeo, o "Yamato", naufragou em 1945 na batalha de Okinawa.

A descoberta ocorre após uma busca de oito anos, apoiada em nível documental por quatro países e usando tecnologia avançada para fazer uma varredura no fundo do mar, explicou Allen em um comunicado em seu site.

Manolo Quezon, subsecretário de comunicações da presidência filipina e proeminente historiador, declarou nesta quarta-feira que, se sua autenticidade for confirmada, esta será uma grande descoberta histórica.

"Seria como encontrar o Titanic, pelo status do barco e por seu interesse", explicou à AFP.

O Musashi integrava o trio de navios construídos pelos japoneses durante o conflito que, com seus 263 metros de comprimento, são os maiores navios de guerra já construídos.

Os aviões de combate americanos afundaram o Musashi durante a Batalha de Leyte, considerada a maior batalha naval da guerra, na qual o Japão foi derrotado pelas forças americanas e australianas.

Fonte: UOL

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Arqueólogos encontram bunker onde Hitler desenvolvia bomba atômica


Um grupo de arqueólogos liderado pelo documentarista Andreas Sulzer realizou uma descoberta extraordinária, que ajudará a reconstruir a história mais obscura do século XX. Trata-se de um bunker nazista conectado ao campo de concentração de Mauthausen-Gusen.

Nele, engenheiros sob o comando de Hitler desenvolviam – segundo deduzem os pesquisadores, por causa do alto nível de radiação na zona – diversas armas nucleares, entre elas uma bomba atômica.

A detecção dos níveis de radiação, próximo à cidade austríaca de St. Georgen an der Gusen, foi a chave para que equipe chegasse à descoberta.

Eles conseguiram acessar um labirinto de túneis subterrâneos, onde encontraram capacetes e objetos pertencentes às tropas nazistas, e que levava ao bunker nazista. “É, provavelmente, o maior local de produção de armas secretas do Terceiro Reich, pois tem uma superfície de 30 hectares”, disse Sulzer.

Fonte: History

terça-feira, 18 de novembro de 2014

As 7 guerras e batalhas mais bizarras e desnecessárias de todos os tempos

Desde os primórdios das primeiras civilizações, os seres humanos sempre lutaram pelos mais variados motivos, sejam políticos, culturais ou religiosos.

Por mais que inúmeras guerras e confrontos tenham moldado o mundo como ele é hoje, existem muitas batalhas que foram um tanto desnecessárias e trouxeram mortes (em alguns casos, nem isso) que poderiam ter sido evitadas, em confrontos que ocorreram por motivos quase banais. Confiram logo abaixo:

1 – Guerra do Lijar


Esse conflito, digamos assim, não teve nenhum morto. Em 1883, o rei espanhol Alfonso XII visitou Paris e foi insultado e atacado pela população local. O pequeno desentendimento não abalou as relações entre Espanha e França, porém somente os moradores do vilarejo espanhol de Lijar se revoltaram e decidiram declarar guerra ao país vizinho.

Inclusive, com o apoio de 300 moradores, o prefeito da época assinou um documento oficial para declarar o seu rancor e hostilidade aos franceses. Durante 93 anos, não houve qualquer conflito e ninguém foi morto, já que as ameaças foram insignificantes aos franceses, e eles as ignoraram. Somente em 1981 um diplomata francês foi enviado a Lijar para resolver a questão e acabar com o mal entendido.

2 – Guerra do Barril


Quantas vidas humanas vale um barril? Pelo jeito, aproximadamente 2 mil. Esse confronto teve início em 1325 quando os soldados de Modena, no território atual da Itália, invadiram Bologna e roubaram um barril de carvalho. Devido ao roubo, Bologna declarou guerra e enviou um exército para recuperar o tal artigo. Depois de 2 mil pessoas serem mortas, os Modeneses venceram o conflito e permaneceram com o estimado objeto, que até hoje está exposto na Torre do Sino.

3 – Guerra do Cão Perdido


Em 1925, um soldado grego ultrapassou a fronteira entre a Bulgária e a Grécia para procurar pelo seu cão perdido. Os solados búlgaros que viram o rapaz cruzar a fronteira não hesitaram e mataram o homem, que só desejava recuperar seu cachorro. Como os dois países não tinham boas relações, o conflito foi declarado. A Grécia pediu pela punição dos responsáveis, e o exército inclusive invadiu a cidade de Petrich, local onde ocorreu o incidente.

A Bulgária pediu intervenção da Liga das Nações, que ficou do lado dos búlgaros. Foram mortos entre 50 e 120 soldados, grande parte sendo composta por cidadãos búlgaros, e o confronto terminou após fortes pressões internacionais, que condenaram os gregos em mais de R$ 170 mil em indenização aos seus oponentes.

4 – Guerra de 1812


No passado, o tempo que as nações levavam para se comunicar influenciava muito o desenrolar dos confrontos, já que não existiam meios instantâneos de as pessoas trocarem informações como há hoje. Em 1808, um confronto entre britânicos e americanos poderia ter sido evitado se o telefone, por exemplo, existisse na época.

O então presidente dos Estados Unidos, James Madison, removeu o chamado Ato do Embargo, que permitiu que outros países fizessem comércio na costa americana. Entretanto, os britânicos não aceitaram isso de modo positivo, e persistiram com ataques às embarcações norte-americanas.

Apesar disso, em 1812, o Reino Unido revogou as leis de ataque às embarcações, porém os Estados Unidos não ficaram cientes da informação e, dois dias depois de os britânicos seguirem rumo à paz, os americanos declararam guerra ao país. O conflito durou aproximadamente dois anos e oito meses e teve mais de 3,8 mil soldados baleados, além de inúmeros prejuízos para ambos os lados.

5 – Guerra dos 335 anos


Esse "confronto" é um dos mais longos do mundo, com 335 anos, porém não pode ser efetivamente considerado um confronto, já que não houve mortes, porém tensões políticas. Os holandeses e os britânicos entraram em conflito pelo domínio das Ilhas Scilly, localizadas no sul do Reino Unido. Navios holandeses foram às ilhas e pediram indenizações pelas baixas sofridas na Guerra dos Oitenta Anos, porém nenhum acordo foi feito.

Assim, as embarcações voltaram aos Países Baixos. Como não existiram ações ofensivas, o conflito logo foi esquecido, dado como oficialmente encerrado em 1986 com um tratado de paz. O embaixador holandês Reub Huydecoper disse com bom humor após assinar o tratado que os habitantes das ilhas deviam viver em pavor por passaram mais de 300 anos "sabendo que podiam ser atacados a qualquer momento".

6 – Guerra do Futebol


O futebol realmente é capaz de deixar as pessoas mais alteradas, como nós brasileiros sabemos bem. Em 1969, as relações entre Honduras e El Salvador não andavam em perfeito acordo – algo que só foi agravado pela rivalidade das nações no campo de futebol. Jogadores de Honduras foram maltratados nos hotéis de El Salvador e vice-versa.

Quando os dois times se enfrentaram na Cidade do México na Copa do Mundo de 1970 [Nota do Clark Curioso: O jogo na realidade foi válido pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1970, não pelo torneio em si. Detalhes no Futebol Nostálgico], o governo de El Salvador cortou todas as relações com o povo de Honduras. Dezoito dias depois, os hondurenhos bombardearam El Salvador, confronto que deixou entre 6 e 8 mil mortos e levou 4 dias para ser encerrado após intervenção da Organização dos Estados Americanos. Quanto ao futebol, foi El Salvador que venceu a partida.

7 – Guerra dos Emus


Talvez esse seja o mais bizarro dos casos listados, já que envolve seres humanos e pássaros raivosos. Em 1932, milhares de emus (um pouco menores do que os avestruzes) invadiram fazendas do interior da Austrália atrás de alimentos e de água. Como o volume de aves foi enorme, os fazendeiros resolveram atirar nesses animais para afastá-los de suas propriedades.

Estima-se que aproximadamente 10 mil balas foram utilizadas, porém elas não conseguiram conter o avanço desses animais (os emus não voam, porém são extremamente rápidos). No total, acredita-se que 20 mil emus invadiram as plantações, sendo que só 2 mil deles foram abatidos. Depois de dias de lutas, os australianos simplesmente desistiram dos combates e as aves permaneceram nas fazendas.

Fonte: Mega Curioso

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Submarino nazista é descoberto afundado na costa dos EUA




Pesquisadores informaram na terça-feira a descoberta de um submarino alemão e de um cargueiro nicaraguense que afundaram na costa americana do Atlântico durante uma batalha na II Guerra Mundial.

O U-boat 576 foi localizado na região do Cabo Hatteras, na Carolina do Norte, sobre o leito marinho e próximo ao cargueiro Bluefields, revelou um comunicado do escritório de santuários marinhos da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).

"Isto não é apenas a descoberta de um naufrágio", disse o líder da expedição do NOAA, o pesquisador Joe Hoyt. "É uma janela para uma histórica batalha e o quadro de um campo de batalha submarino da II Guerra Mundial".

Em 15 de julho de 1942, um comboio de 19 navios mercantes, entre eles o Bluefields, transportava insumos de guerra de Norfolk, Virgínia, para Key West, na Flórida, quando foi atacado pelo submarino.

O U-576 afundou o Bluefields e danificou seriamente outros dois navios, mas foi atingido pelo bombardeio de um avião da Marinha americana e pelo fogo de um cargueiro armado. No final da batalha, "o Bluefields e o U-576 naufragaram", destacou o NOAA.

"Pouca gente se dá conta do quão perto esteve a guerra da costa americana", disse David Alberg, diretor do NOAA.

Não houve vítimas do lado americano, mas o submarino alemão afundou com toda a tripulação, e o local do naufrágio é considerado um cemitério submarino.

O ministério das Relações Exteriores da Alemanha disse que o país não está interessado em participar da recuperação dos destroços do submarino, mas pediu que, "na medida do possível", deixem "os mortos descansar em paz".

Fonte: Terra

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

“Robôs assassinos” poderão ser usados em guerras em breve


“Robôs assassinos” programados para abrir fogo sem controle humano estão prestes a chegarem em campos de batalha pelo mundo, porém, as potências militares podem concordar em proibi-los, afirmou um alto funcionário da ONU. As informações são do The Telegraph.

Angela Kane, representante da ONU para o desarmamento, disse que os governos devem ser mais abertos sobre os programas de desenvolvimento tecnológico, e favoráveis a uma proibição preventiva. “Qualquer arma de guerra é terrível e você pode chegar àquelas que não precisariam de intervenção humana. Eu penso que isto seria pior. Torna a guerra sem rosto e acho que deveria ser proibido... A decisão está nas mãos dos estados que têm a capacidade de desenvolvê-las”, defendeu.

No ano passado, o ministro conservador britânico, Alistair Burt, disse que, embora a tecnologia de armamentos autônomos possa ter implicações "terríveis", a Grã-Bretanha se reservava o direito de desenvolvê-los para proteger as tropas.

Assim, Kane conta que existe uma grande preocupação com a crescente automação que está acontecendo. “Basta pensar sobre esses carros de autocondução que vemos sendo testados nas estradas. Esse é apenas um pequeno passo para o desenvolvimento de armas que vão ser ativadas sem a intervenção humana. A guerra, em geral, está se tornando cada vez mais automatizada”, diz.

A ONU realizou sua primeira reunião sobre a ameaça de “armas letais autônomas” no início deste ano e planeja realizar outra em breve, ainda em 2014.

Segundo Kane, países em desenvolvimento estão preocupados com tais armamentos, que podem ser usados no seu território, assim como os drones que vêm sendo pilotados remotamente nos últimos anos.

Fonte: Terra

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

General Patton teria sido assassinado com a conivência de líderes dos Estados Unidos


George S. Patton, o maior General combatente da América na Segunda Guerra Mundial, foi assassinado depois do conflito com a conivência de líderes dos EUA, de acordo com um novo livro.

Os diários recentemente encontrados de um assassino do Office of Strategic Services (OSS), o serviço de informação que antecedeu a CIA, revela que os chefes americanos da espionagem queriam Patton morto, porque ele ameaçava expor um conluio aliado com os russos que custaria vidas americanas.

A morte do General Patton em dezembro de 1945, é um dos mistérios duradouros da 2º guerra. Embora tenha sofrido sérios ferimentos num choque de carro em Manheim, ele estava se recuperando, e logo voaria para casa.

Mas depois de uma longa investigação que durou uma década, O historiador militar Robert Wilcox afirma que o cabeça do OSS General "Wild Bill" Donovan mandou um atirador altamente qualificado, chamado Douglas Bazata, silenciar Patton, glorificado com a alcunha "Old Blood and Guts" (Velho Sangue e Tripas).

Seu livro, "Target Patton", contem entrevistas com o Sr. Bazata, que morreu em 1999, e extrai dos seus diários, detalhes de como ele encenou a batida de um caminhão de tropa com o cadillac de Patton, e como atirou no general com um projétil de baixa-velocidade, que quebrou o seu pescoço, enquanto os outros passageiros escapavam sem um arranhão.

O sr. Bazata também sugeriu que quando Patton começou a se recuperar dos ferimentos, funcionários dos E.U.A permitiram que agentes do NKVD, o precursor do KGB soviético, envenenassem o general.

Wilcox contou ao The Sunday Telegraph que quando falou com o Sr. Bazata: " Ele lutava consigo, devido a todas estas matanças que tinha feito. Confessou que tinha causado o acidente, ordenado por "Wild Bill" Donovan".

"Donovan teria dito: "Nós temos uma situação terrível com este grande patriota, ele é descontrolado e nós temos que salvá-lo dele mesmo, e de arruinar tudo o que os aliados fizeram..." Acredito em Douglas Bazata, ele era um excelente cara".

O Sr. Bazata teve uma vida extraordinária. Era membro da Jedburghs, a unidade paraquedista de elite que ajudou a organizar a Resistência Francesa na corrida até o Dia D em 1944.

Ganhou quatro Purple Hearts, uma Distinguished Service Cross, e a Croix de Guerre Française por três vezes devido a seus serviços.

Após a guerra ele se tornou um célebre artista que gozava do patrocínio da Princesa Grace de Mônaco e do duque e da duquesa de Windsor. Era amigo de Salvador Dali, que pintou um retrato de Bazata como Dom Quixote.

Acabou sua carreira como assistente de John Lehman, Secretário da Marinha no governo Reagan, membro da Comissão do 9/11, e conselheiro da campanha presidencial de John McCain.

O Sr. Wilcox também localizou e entrevistou Stephen Skubik, um oficial do Corpo de Contra-informação do Exército dos E.U.A, que soube que Patton estava em uma lista de morte de Stalin. Skubik repetidamente alertou Donovan, que simplesmente enviou-o de volta aos EUA.

"Você tem duas testemunhas fortes aqui," disse Wilcox. "A evidência é que os russos acabaram o trabalho".

O cenário soa muito confuso, mas Wilcox montou um caso constrangedor onde funcionários dos E.U.A tiveram algo a esconder. Pelo menos cinco documentos relacionados com o acidente de carro foram retirados dos arquivos dos E.U.A.

O motorista do caminhão foi enviado para Londres antes de ser interrogado, e nenhuma autópsia foi feita no corpo de Patton.

Com a ajuda de um perito da Cadillac de Detroit, o Sr. Wilcox provou que o carro em exposição no museu de Patton em Fort Knox não é o carro que ele estava. "Isso é um encobrimento, disse o Sr. Wilcox.

Fonte: Telegraph

domingo, 3 de agosto de 2014

Soldado russo entrega operação militar na Ucrânia pela geolocalização de suas “selfies”


Fotos postadas por um soldado russo em sua conta no Instagram sugerem que Moscou estaria efetuando operações militares em território ucraniano.

Uma das imagens mostra o soldado Alexander Sotkin, 24, com um lançador de mísseis Buk, o mesmo modelo que, segundo o governo de Kiev e os EUA, teria abatido um avião com 298 pessoas a bordo no último dia 17.

Segundo a ferramenta de geolocalização do Instagram, Sotkin postou no início de julho uma foto da vila de Krasna Talychka, no leste da Ucrânia, região controlada por rebeldes pró-Rússia.

As informações são do site americano de notícias Buzzfeed.

Em seus perfis em redes sociais, Sotkin afirma ser um especialista em comunicações estacionado em uma base russa próxima da fronteira com a Ucrânia.

Não se sabe quanto tempo o soldado ficou na Ucrânia após ter postado a foto, pois no dia 3 de julho suas fotos já eram tiradas da Rússia novamente.

Dois dias depois, Sotkin postou outra foto na Ucrânia, desta vez na vila de Krasnyi Derkul. O governo de Kiev acusou os rebeldes de dispararem morteiros em um ponto da fronteira próximo dali na época.

De acordo com o mapa de fotos de Sotkin, uma ferramenta do Instagram, as imagens foram tiradas a cerca de 15 quilômetros da base de Voloshino, na Rússia, onde ele aparentemente está estacionado.

No dia 23 de junho, o soldado postou uma foto da base, um dia após Moscou intensificar a presença militar na área de fronteira com a Ucrânia. Na época, Kiev afirmou ter sofrido ataques de morteiros russos em suas posições próximas da fronteira.

No último domingo (27), Sotkin postou uma foto em que dizia estar “trabalhando em um buk”.

Para operar esse tipo de arma, os rebeldes ucranianos precisariam de um especialista em comunicações, como Sotkin afirma ser, para trabalhar em uma estação de radar, que pode ser instalada remotamente, independente do lançador do míssil terra-ar.

Na semana passada, outro soldado russo, Vadim Grigoriev, postou na rede social VK –equivalente ao Facebook na Rússia– várias imagens de posições de artilharia russas. Uma delas trazia a legenda “Nós batemos na Ucrânia a noite toda”.

Dias depois, Grigoriev afirmou à TV estatal russa que sua conta na rede social havia sido hackeada.

A ferramenta de GPS do Instagram, porém, é mais precisa. Apenas se Sotkin usasse uma espécie de “GPS fantasma” ele poderia enganá-la.

Nesta terça (29), o parlamentar russo Vadim Soloviev anunciou ao jornal de tendência pró-Kremlin “Izvestia” planos de proibir soldados de publicarem qualquer informação em redes sociais enquanto estiverem servindo.

Fonte: Folha

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Oficial da Segunda Guerra garante que japoneses usaram armas bacteriológicas durante o conflito


A ideia de uma guerra bacteriológica é relativamente moderna, e a imagem de exércitos aniquilando a população de maneira invisível, através de bactérias letais, é mais pertinente a filmes futuristas. No entanto, essa é uma prática antiga e foi, inclusive, realizada pelo exército japonês na sua invasão à China, durante a Segunda Guerra Mundial. A declaração é do oficial Giichi Sumioka, que serviu o exército japonês entre 1939 e 1945, e foi publicada no site da Administração Estatal de Arquivos da China, como parte de uma série de 45 confissões dos criminosos de guerra japoneses.

A revelação bombástica foi feita há algumas semanas como réplica à reposta negativa dada pelo primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, em relação aos delitos de guerra cometidos na China. Segundo o depoimento de Sumioka, em meados de fevereiro de 1942, seu pelotão escoltou dez cirurgiões militares vindos da clínica do batalhão, com o objetivo de propagar as bactérias do tifo e da cólera em cinco ou seis povoados da província setentrional chinesa de Shanxi.

“Cobríamos os médicos enquanto eles espalhavam as bactérias sobre potes, hashis, facas, rolos de cozinha, tábuas de cortar e mesas das aldeias e as jogavam em reservatórios de água, poços e rios próximos”.

Ele confessou também o esfaqueamento até a morte de prisioneiros chineses, o uso de prisioneiros como alvos de treinamento e o estupro coletivo de mulheres chinesas. Essas confissões estão em um documento escrito em maio de 1955, que se tornou público recentemente. Foi uma tentativa de trazer esses fatos à tona e não permitir que se deturpe e nem se esqueça do chamado “holocausto asiático”: a soma de atrocidades cometidas pelo exército japonês durante seu período de expansão, que terminou com a derrota na Segunda Guerra Mundial.

Fontes: Desarrollo y Defensa e BBC

terça-feira, 29 de julho de 2014

Pesquisadores encontram submarino nazista naufragado com 23 esqueletos dentro


No litoral da ilha de Java, na Indonésia, pesquisadores do Centro Nacional de Arqueologia do local encontraram um submarino nazista e, em seu interior, 17 esqueletos humanos, além de binóculos, baterias e pratos adornados com suásticas.

A princípio, os pesquisadores pensaram se tratar do submarino U-168, que as forças navais alemães utilizaram para atacar, com sucesso, vários navios aliados. O U-168 naufragou enquanto se dirigia à Austrália, quando um navio holandês disparou seis torpedos, provocando a morte de 23 marinheiros alemães. Posteriormente, outros estudiosos da Segunda Guerra disseram que os restos encontrados poderiam ser do submarino alemão U-183, naufragado em 23 de abril de 1945, no mar de Java, deixando um saldo de 55 mortos e um único sobrevivente.

Ambos os submarinos faziam parte do chamado “Grupo de Monção”, da Alemanha nazista, que atacou navios e submarinos aliados no Oceano Índico e no Mar Arábico. O chefe da investigação afirmou: “Este é um achado extraordinário, que, sem dúvidas, vai trazer informações úteis sobre o que ocorreu no Mar de Java durante a Segunda Guerra Mundial”.

Fonte: History