sexta-feira, 4 de julho de 2014

Túmulo do Drácula pode ter sido encontrado na Itália




Pesquisadores da Universidade de Tallinn (Estônia) acreditam que os restos mortais de Vlad III – “Vlad, o Empalador” -, o homem que inspirou a criação de Drácula, estão enterrados em uma igreja em Nápoles, na Itália.

Para provar isso, no entanto, os pesquisadores precisam abrir esse túmulo – o que pode ser uma ideia extremamente péssima. Será que eles vão levar estacas de madeira e alho nessa empreitada?

Vlad III foi príncipe da Valáquia, uma província histórica da Romênia, três vezes. Ele viveu entre 1431 e 1476. Sua família nobre era parte da Ordem do Dragão, que estava envolvida na luta contra a expansão do Império Otomano na Europa.

Seu pai foi apelidado de Dracul, que significa “Dragão”, de forma que Vlad se tornou “Drácula”, ou “Filho do Dragão”.

Já a filha de Drácula, Maria, foi levada para a corte napolitana, cuja família governante era aliada à sua, onde ela foi adotada e se casou com um nobre napolitano.

Depois de sua morte, o príncipe foi apelidado de “Vlad, o Empalador” devido à sua prática de empalar seus inimigos. O nome do conde vampiro Drácula do famoso livro de Bram Stoker, de 1897, foi inspirado em seu reinado.

No final de 1476, Vlad foi derrotado pelos otomanos. Alguns historiadores acreditam que ele foi morto, sua cabeça foi levada para Constantinopla e seu corpo enterrado em um mosteiro na Romênia.

No entanto, a arqueóloga Erika Stella diz ter descoberto evidências que sugerem que Vlad na verdade foi capturado e resgatado por sua filha. Documentos mostram que Maria pagou um resgate para os turcos por Vlad, que foi então levado para Nápoles.

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A ideia da equipe de pesquisa é que o príncipe tenha falecido por lá e sido sepultado na igreja de Santa Maria La Nova, no mesmo lugar que sua filha e genro.

O colega de Erika, Raffaello Glinni, um estudioso da história medieval, aponta para um túmulo particular da igreja, do século 16, que tem símbolos que teriam sido usados pelo príncipe romeno.

Esses símbolos, incluindo um da Casa de Cárpatos da Transilvânia, são incongruentes com o túmulo de um nobre italiano.

“Quando você olha para as esculturas em baixo-relevo, o simbolismo é óbvio. O dragão significa Drácula e as duas esfinges opostas representam a cidade de Tebas, também conhecida como Tepes. Nestes símbolos, o próprio nome do Conde Drácula Tepes está escrito”.

O próximo passo da pesquisa é abrir o túmulo para buscar mais evidências dessa hipótese. Eles já pediram autorização oficial para tanto.

Fonte: Hypescience
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