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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Civilizações extraterrestres podem estar instaladas em aglomerados globulares


A cada nova descoberta da astronomia, como a existência de água em Marte, levantamos uma das questões mais recorrentes na história da humanidade: afinal, estamos sozinhos no universo? Para os pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e do Tata Institute of Fundamental Research, na Índia, as tão procuradas civilizações extraterrestres podem estar instaladas em aglomerados globulares.

Os aglomerados globulares são um grupo de milhares de estrelas que orbitam as galáxias em órbitas largas. Astrônomos estimam que existam em torno de 150 deles em torno da Via Láctea, enquanto a galáxia de Andrômeda pode ter mais de 500.

As estrelas que se localizam em aglomerados globulares geralmente são pobres em metal, o que significa que elas não possuem muitos elementos como carbono, oxigênio e ferro – que formam a composição dos planetas rochosos e das criaturas que conhecemos na Terra.

Mas a dupla de cientistas Rosanne Di Stefano e Alek Ray prefere ser mais otimista. De acordo com os pesquisadores integrantes da Sociedade Americana de Astronomia, “é prematuro dizer que não existem planetas nos aglomerados”, uma vez que novas descobertas mostraram recentemente que planetas rochosos podem, sim, se formar em torno de estrelas pobres em metal.

Desta forma, se os planetas podem evoluir, é possível que consigam sobreviver durante um longo período de tempo, se transformando até o ponto em que a vida é possível dentro de sua atmosfera.

Outro fator que empolga os cientistas é o fato de que estrelas em aglomerados globulares estão muito mais próximas do sistema solar em relação a estrelas tradicionais – a estrela mais próxima do Sol, a Proxima Centauri, está a 4,7 anos-luz de distância, enquanto em aglomerados esse número pode ser até vinte vezes menor.

“Nós chamamos isso de ‘a oportunidade dos aglomerados globulares’”, conclui Di Stefano, com bom humor. “E o envio de transmissão de mensagens e informações entre essas estrelas não ia demorar mais tempo do que uma carta dos Estados Unidos para a Europa no século 18.”

Fonte: Yahoo!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Foto da Nasa pode ter entregado 'mão de ET' em Marte


Se tem uma coisa que marcou 2015, ela foi Marte. Pela primeira vez tivemos mais informações sobre nosso “vizinho” e, com isso, várias teorias mirabolantes foram feitas na web.

A maioria delas utilizava fotos do Planeta Vermelho divulgadas pela Nasa. Nelas, animais, figuras sombrias e uma gama infindável de coisas eram “flagradas”. E, claro, antes do ano acabar, mais uma foto chamaria atenção.

Na nova imagem, divulgada pela Nasa, ufólogos que passam dias analisando essas fotos acreditam ter encontrado um ET. Ou, pelo menos, uma mão que provaria a existência de vida em Marte.

“No canto esquerdo da foto temos ali aparentes três dedos, com unhas e até articulações. Não restam dúvidas de que se trata de um extraterrestre. A Nasa até borrou parte da imagem para confundir”, afirma com ênfase o ufólogo Scott C Waring.

A Nasa, é claro, negou que as teorias mirabolantes da internet sejam a realidade. A agência espacial dos Estados Unidos segue com sua política de não comentar as imagens e se limitar a dizer que “qualquer descoberta de peso é sempre compartilhada”.

Desde 2012 a sonda Curiosity está em solo marciano e faz diversas fotos do Planeta Vermelho. Desde então ufólogos comentam essas imagens e tentam achar indícios de vida, mas apenas em 2015 que esse “hobby” se tornou mundialmente famoso.

Fonte: Yahoo!

domingo, 13 de dezembro de 2015

A lua com gêiseres de vapor que pode ter a melhor condição para vida depois da Terra


A sonda Cassini, um projeto conjunto da Agência Espacial Europeia (ESA na sigla inglesa) e da Agência Espacial americana (Nasa), fez descobertas incríveis em Saturno, mas nenhuma supera as revelações extraordinárias sobre Enceladus.

O que esse satélite movido a plutônio já viu nessa lua congelada de 500 km de diâmetro é surpreendente. A Cassini detectou grandes jatos de vapor d'água e outros materiais jorrando de rachaduras no polo sul da lua de Saturno.

É um espetáculo único no Sistema Solar, afirma Carolyn Porco, que coordena o sistema de câmeras da espaçonave.

"Brincamos entre a nossa equipe que encontramos o 'parque interplanetário de gêiseres de Enceladus', e que gerações futuras poderão ir para lá em férias", afirmou.

Mas pesquisadores não estão brincando ao afirmar que esse pequeno mundo está entre os melhores locais para se buscar vida fora da Terra.

O "encanamento" dos jatos de vapor leva a um amplo reservatório de água que pode atingir até 40 km de profundidade.

Os instrumentos da Cassini puderam mostrar, sobrevoando e analisando as emissões de materiais, que as condições e a química desse oceano subterrâneo podem dar suporte à vida microbial.

Há fortes indícios de que a água esteja interagindo com rochas no leito do oceano, para produzir o tipo de coquetel de nutrientes que poderia alimentar pequenos organismos.

"Eu me interesso há décadas pela busca por vida no Sistema Solar e ainda estou espantado com o que estamos vendo em Enceladus. É um pequeno mundo tão distante da Terra, expelindo uma riqueza de material orgânico, água e indícios de habitabilidade. É surpreendente, e as amostras estão bem ali, livres para coleta", disse Chris McKay, astrobiólogo da Nasa.

Mas mesmo com toda sua capacidade, a Cassini, com sua tecnologia dos anos 1980 e 1990, não pode comprovar em definitivo a presença de micróbios sob a superfície gelada de Enceladus. A sonda foi lançada em outubro de 1997 e chegou a Saturno em julho de 2004.

Para isso, seria preciso um outro tipo de satélite, com sensores especiais.

A Cassini irá fazer uma última manobra de aproximação da lua na próxima semana para coletar uma leva final de imagens detalhadas da superfície.

Depois irá se deslocar pelo sistema de Saturno em preparação para observações finais do planeta dos anéis.
Então estamos quase dando adeus a Enceladus, e -- claro -- isso já motiva conversas sobre como podermos voltar um dia com equipamentos mais potentes.

Jonathan Lunine é um cientista interdisciplinar na missão Cassini na Universidade Cornell, nos EUA. Ele desenvolveu um conceito para uma espaçonave que chamou de ELF (Enceladus Life Finder, ou localizador de vida de Enceladus, em tradução livre).

Seria uma sonda menor do que o satélite gigante que hoje orbita Saturno, mas a perda em tamanho (e custo) seria compensada pela sofisticação.

Seus instrumentos seriam voltados à análise do conteúdo dos jatos de vapor para verificar qualquer componente químico associado a processos biológicos.

"Com espectrômetros de massa potentes, poderíamos detectar e identificar aminoácidos (matéria-prima das proteínas)", afirma.

"Teríamos capacidade de detectar ácidos graxos presentes em membranas de células de bactérias; e seus 'primos', os chamados isoprenóides, que estão na membrana das arqueobactérias, esses micróbios que habitam ambientes extremos da Terra.

"Também poderíamos contar o número de carbono dos jatos para verificar se seguem o padrão de vida. E finalmente mediríamos os isótopos (espécies do mesmo elemento químico, de mesmo número atômico e diferentes números de massa) de todo o carbono, nitrogênio e oxigênio, para ver se a química é parecida com a que ocorre na Terra, onde organismos preferem os isótopos mais leves ao processar esse material em seus sistemas."

Desafios futuros

O ELF foi submetido a uma competição recente da Nasa para selecionar missões planetárias futuras, mas não foi escolhido. Um dos problemas em empreitadas desse tipo é a disponibilidade de energia em um ponto tão longe do Sol (1,4 bilhão de km).

A sonda Cassini utiliza uma "bateria nuclear", movida a plutônio-238, para todas as suas demandas de energia. Essa fonte é cara e hoje praticamente não existe mais -- o isótopo não existe naturalmente e parou de ser fabricado após o fim da corrida nuclear no mundo.

Painéis solares são uma opção, porém o desafio é grande: a intensidade da luz do Sol em Enceladus é um centésimo da que atinge a Terra.

Apesar disso, a possibilidade de voltar a essa lua branca e brilhante de Saturno é tão instigante que um caminho certamente será descoberto. Não só porque Enceladus é um dos melhores lugares para a busca de vida extraterrestre -- é também o mais fácil.

Diferentemente de Marte ou de Europa (lua de Júpiter), em Enceladus não há necessidade de pouso e perfuração do solo para coleta e análise de amostras. As amostras são permanentemente lançadas no espaço pelos jatos do polo sul.

Peter Tsou, do laboratório de propulsão de foguetes do Instituto de Tecnologia da Califórnia, tem um projeto para trazer essas amostras de volta à Terra para avaliação mais detalhada em laboratórios de ponta.
Sua missão se baseia no modelo da sonda Stardust da Nasa, que em 2006 coletou amostras de poeira de estrelas e cometas.

Naquela ocasião, Tsou usou um arranjo de espuma de dióxido de silício, chamado aerogel, para coletar as amostras enquanto a sonda Stardust voava por nuvens de gás e poeira dos objetos.

"Na Stardust, eu lancei aerogel em cubos de 2x4x3 cm. Tinha 132 deles. E descobri que um ou dois cubos já davam conta do recado", recorda.

"Então não precisamos de muitos (cubos de aerogel). Contudo, o desafio é a dimensão reduzida das amostras, e que estamos tratando de vida. Qualquer contaminação da Terra pode arruiná-las, porque poderíamos descobrir (após a análise) 'É a minha saliva!'", afirma.

Tsou calcula que uma missão de coleta de amostras de Enceladus poderia levar 14 anos, do lançamento à presença de material lunar em um laboratório na Terra.

Origem da vida

"Se descobrirmos vida em um lugar como Enceladus obviamente será algo simples, como vida microbiana", afirma Carolyn Porco.

"Claro que seria fascinante se descobríssemos lagostas; quem sabe? Talvez", afirma a pesquisadora. "Mas estamos mirando em algo simples, apenas provas de vida microbiana."

"Seria uma mudança de paradigma. Qual o tipo de vida que existe ali? É como a vida na Terra ou não? É baseada no DNA ou não? Seria uma descoberta enorme, provavelmente a maior descoberta científica que possamos fazer. Temos que voltar."

Para Jonathan Lunine, se Enceladus revelar sinais de vida, isso trará a certeza de que "a vida teve uma segunda origem".

"Mas isso também nos permitirá, acredito, mover nossa atenção para a galáxia, e perceber que se a vida pode começar duas, três ou quatro vezes em nosso próprio Sistema Solar, quantos planetas habitáveis na galáxia devem ter vida hoje?"

Fonte: UOL

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Sinais misteriosos de rádio do exterior da Via Láctea poderiam ser indício de civilização distante, afirmam entusiastas



Cinco sinais misteriosos provenientes do exterior da Via Láctea podem ter sido enviados por uma civilização alienígena.

Esta é, pelo menos, uma das teorias que os astrônomos estão usando para explicar o aparecimento de uma nova e misteriosa série de 'rajadas rápidas de rádio’. Até agora, apenas 11 desses pulsos de rádio estranhos foram registrados com antecedência. Os últimos sinais, capturados pelo radiotelescópio Parkes, na Austrália, incluíam uma explosão dupla, acompanhados de quatro rajadas únicas.

Emily Petroff, da Universidade de Swinburne, na Austrália, que ajudou a descobrir os pulsos, sugeriu que esse padrão pode levar a uma descoberta importante. “Nós não temos nenhuma ideia do que está acontecendo, mas nós sabemos que é definitivamente algo legal”, escreveu ela no Twitter.

Rajadas rápidas de rádio, tecnicamente chamadas de ‘FRBs’ (Fast Radio Bursts), são as emissões de rádio que aparecem temporariamente e de forma aleatória, tornando-as não só difíceis de serem encontradas, como também de estudo complexo.

O mistério decorre do fato de que não se saber o que poderia produzir uma explosão tão curta e poderosa. O fato fez com que alguns especialistas acreditassem em colisões de estrelas que reagem às mensagens criadas artificialmente. Os cientistas acreditam que elas se originam a vários bilhões de anos-luz da Via Láctea.

A mais recente descoberta, relatada na Monthly Notices, da Royal Astronomical Society, tem animado os astrônomos, porque ela tem um perfil claro de dois componentes. Segundo os astrônomos, cada explosão foi separada por 2,4 milissegundos.

“Muitos dos modelos propostos para explicar FRBs usam um único evento de alta energia, envolvendo objetos compactos (como fusões estrela de nêutrons) e, portanto, não podem facilmente explicar uma incidência destas de dois componentes”, diz a pesquisa.

Leituras similares de algo conhecido como ‘perytons’ animaram os astrônomos, no início deste ano, que cogitaram proveniência extraterrestre. Porém, foi descoberto mais tarde que os sinais eram de fornos de microondas da Terra que estavam sendo abertos nas cantinas dos observatórios – acredite você ou não!

Existem outras detecções misteriosas no passado, com teorias que, até agora, incluem queima de estrelas, fusão das anãs brancas, colisão de estrelas de nêutrons, e, a mais intrigante, sinais alienígenas – algo que toda a humanidade espera um dia encontrar provas.

“Cada sinal incomum do espaço exterior nos encoraja a nos perguntar se ele pode ser de uma civilização alienígena”, disse Nigel Watson, autor do Manual de Investigações de OVNIs.

“Uma vez que este sinal parece tão indescritível e difícil de interpretar, então este deve ser um candidato para uma análise mais aprofundada. Seria fantástico se isso fosse um sinal alienígena, comprovando que não estamos sozinhos neste Universo vasto. Isso teria um impacto dramático sobre a nossa percepção de nosso lugar dentro de todo este esquema”, acrescentou ele.

Porém, por enquanto, os sinais permanecem um mistério. Serão necessários mais estudos e observações, no futuro, para determinar verdadeiramente de onde eles vêm e suas causas. Até lá, nenhuma teoria, por mais distante que seja, pode ser descartada.

Fonte: Jornal Ciência

domingo, 1 de novembro de 2015

Descoberta surpreendente em cometa sugere origem diferente para o Sistema Solar




Uma nova descoberta está intrigando os cientistas a respeito da origem do Sistema Solar.

A sonda espacial Rosetta identificou uma molécula de oxigênio na nuvem de gás que envolve o cometa que ela está estudando entre a Terra e Júpiter - chamado 67P/Churyumov-Gerasimenko.

A descoberta, divulgada na publicação científica Nature, foi uma grande surpresa para os pesquisadores, que achavam que o oxigênio teria reagido com outros elementos quando os planetas estavam se formando.

O resultado indica que as ideias atuais que os cientistas tinham até aqui sobre a origem e a formação do Sistema Solar podem até estar erradas.

Pesquisadores usaram um instrumento da Rosetta para "farejar" a atmosfera ao redor do cometa. A sonda foi lançada em 2004 e chegou ao seu alvo no ano passado - desde então, os cientistas têm estudado as informações trazidas por ela.

Sistema Solar

Os pesquisadores da Nasa (agência espacial americana) descobriram que o oxigênio era o quarto gás mais comum ao redor do cometa, depois de vapor de água, monóxido de carbono e dióxido de carbono.

Uma das cientistas envolvidas, Kathrin Altwegg, da Universidade de Berna, disse que inicialmente os pesquisadores até pensaram que aquilo que tinham visto nas informações da sonda era um equívoco.

"Quando vimos isso pela primeira vez, nós tivemos uma primeira reação de negação porque não era algo que nós esperávamos encontrar em um cometa", afirmou.

O oxigênio reage muito facilmente com outros elementos para formar outros compostos e não costuma ficar na sua forma única. Os pesquisadores sugerem que o oxigênio deve ter congelado de maneira muito rápida e ficado preso em pedaços de material no início da formação do Sistema Solar.

"Foi a descoberta mais surpreendente que fizemos até agora (sobre o cometa)", disse Altwegg. "A maior pergunta que fica agora é como ele chegou ali."

Várias teorias atuais sobre como os planetas e os cometas se formaram em volta do Sol sugerem um processo violento que teria aquecido o oxigênio congelado - e ele teria, então, reagido com outros elementos.

A sugestão agora é que a formação do Sistema Solar deve ter sido um processo muito mais silencioso do que aquele que se imaginava.

"Se nós temos oxigênio no início da formação do cometa, como ele sobreviveu por tanto tempo?", disse um dos autores do estudo, Andre Bieler, da Universidade de Michigan.

"Todas as informações que tínhamos até agora mostravam que (o oxigênio) não poderia sobreviver por tanto tempo, e isso nos diz algo sobre a origem do Sistema Solar - mas o processo precisa ser muito mais tranquilo - não violento, como se achava antes - para construir esses grãos de gelo, porque parece que é um material bastante intocado ainda."

"Agora nos temos provas de que essa parte significativa do cometa, na verdade, sobreviveu à formação do Sistema Solar."

Fonte: UOL

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

ET ou robô? Astrônomo acredita que alienígenas passaram por transição e viraram máquinas



O senso comum do ser humano acredita que alienígenas possam ser pequenas criaturas humanóides verdes, ou então monstros com inúmeros tentáculos. Mas um astrônomo britânico acredita que nossos amigos de outros planetas possam ser máquinas.

Martin Rees afirma que, caso o homem encontre de fato seres de outros planetas, eles serão menos orgânicos do que se imagina. Segundo ele, as máquinas terão evoluído de seres alienígenas orgânicos e a humanidade deverá seguir estes passos.

Em entrevista ao portal “Nautilus”, Martin disse que a Terra ainda passará por uma transição rumo ao mundo mecânico que outras civilizações já passaram. “Em um planeta que orbita uma estrela muito mais antiga que o Sol, é bem provável que ele esteja mais evoluído”, conta o astrônomo.

Ele acredita que a humanidade precisa de mais um ou dois séculos para começar a entrar na fase de evolução rumo à vida plena como uma máquina. “Se encontrarmos um ET, é grande a chance dele ter uma forma inorgânica”, completou.

Diante de buscas de sinais no Universo, o britânico ainda afirma que, caso a humanidade detecte algum tipo de sinal, ainda assim não teria meios para traduzí-la. Ele poderia ser fruto de uma máquina extraterrestre com mau funcionamento e jamais descobririamos sua origem ou propósito.

Por outro lado, Rees também vê uma oportunidade de a biosfera do planeta Terra ser única, colocando o planeta como o mais importante do Universo por ser o único a produzir condições para a existência de vida orgânica.

Fonte: Yahoo!

sábado, 17 de outubro de 2015

Com imensas ondas, estrela ‘bizarra’ pode abrigar estrutura alienígena gigante



Localizada a 1.480 anos-luz de distância da Terra, a estrela KIC 84622852 está intrigando cientistas norte-americanos. O astro possui uma quantidade de ondas muito maior do que qualquer estrela comum, o que poderia ser efeito de uma enorme estrutura alienígena instalada nele.

“É muito estranho”, diz a pós-doutora Tabetha Boyajian, pesquisadora da Universidade de Yale, em entrevista ao The Atlantic. “Nós nunca vimos nada como essa estrela. Pensávamos que poderiam ser dados corrompidos ou até o movimento da cápsula [do telescópio], mas essas possibilidades foram checadas.”

Descoberta pelo telescópio espacial Kepler, ela é monitorada pelo observatório desde 2009, mas foi em 2011 que Tabetha e sua equipe – financiada por um site colaborativo – descobriram as atividades “bizarras” da KIC 84622852.

“Nós concluímos que o cenário mais provável com as informações que temos seria a passagem de uma familía de exocometas fragmentados, todos eles oriundos do mesmo evento”, escreveu o grupo de pesquisadores no relatório divulgado recentemente.

Mas há quem levante a possibilidade de tudo isso ser, na verdade, fortes indícios de atividade alienígena. “Aliens devem ser sempre a última hipótese a ser considerada, mas isso que estamos vendo parece muito algo que você espera que uma civilização extraterrestre construiria”, aponta o astronomo Jason Wright, da Universidade Penn State, à mesma publicação.

Para Wright, a atividade vista na KIC 84622852 lembra bastante a teoria da “esfera de Dyson”, proposta pelo físico Freeman Dyson, ainda em 1960. Ele especulou uma megaestrutura formada por um verdadeiro “enxame” de satélites em torno de uma estrela, a fim de capturar energia proveniente daquele astro.

O astrônomo atualmente trabalha com a Dra. Boyajian no Seti Institute (Instituto de Pesquisa da Vida Extraterrestre, em inglês), em Berkeley, na Califórnia. Juntos, eles defendem que as pesquisas na estrela sejam realizadas também por um telescópio de rádio (mais especificamente o Green Bank, em West Virginia, que tem mais de 100 metros), para tentar capturar alguma atividade que emita ondas com som.

“A ideia por trás da nossa pesquisa é que, se uma galáxia inteira foi colonizada por uma civilização que viaja pelo espaço, a energia produzida por essa civilização poderia ser detectada em ondas infravermelhas médias”, completa. “É o mesmo princípio que faz os nossos computadores a radiar calor quando está ligado.”

Fonte: Yahoo!

domingo, 4 de outubro de 2015

"Raça humana terá que sair da Terra para sobreviver", diz Stephen Hawking


O físico britânico Stephen Hawking afirmou em entrevista ao jornal espanhol El País que a sobrevivência da raça humana "vai depender da capacidade de encontrarmos novos lugares do Universo". A entrevista foi publicada na sexta-feira (25) e pode ser lida na íntegra no site do jornal.

"O risco de que um desastre destrua a Terra é cada vez maior. Então, eu gostaria de despertar o interesse do público pelos voos espaciais . Eu aprendi a não olhar para o futuro distante e a me concentrar no presente. Ainda há muito mais coisas que eu quero fazer", concluiu o cientista ao ser perguntado sobre o destino da raça humana.

Ao ser questionado o que seriam as coisas que gostaria de fazer, disse: "Viajar ao espaço com a Virgin Galactic (empresa de turismo espacial)". O cientista está em Tenerife, nas Ilhas Canárias, para o festival científico Starmus.

Ao ser questionado se era possível ser um bom cientista e acreditar em Deus, afirmou: "Uso a palavra Deus para um sentido impessoal, assim como fazia Einstein, para me referir às leis da natureza", disse. O jornalista então pergunta se ele acredita que algum dia as pessoas irão abandonar a religião e Deus para explicar o Universo. "As leis da ciência bastam para explicar a origem do Universo. Não é necessário invocar a Deus", concluiu.

Fonte: UOL

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Cientistas fotografam organismo alienígena entre detritos no espaço


Pesquisa realizada usando poderosos ímãs eletromagnéticos fez uma descoberta que pode mudar os rumos da ciência sobre vidas extraterrestres. Nos resultados do teste foram descobertas partículas flutuando entre os pedaços de detrito espacial coletado na estratosfera da Terra.

O cientista Milton Wainwright, chefe do estudo realizado no Centro de Astrobiologia da Universade de Buckingham, na Inglaterra, disse que a imagem mostra um cristal de sal, onde é possível observar a minúscula criatura.

A forma do animal se parece com um touro devido aos pequenos chifres que emergem de sua superfície. O estudo e seus resultados se somam à teoria de panspermia, que mostra a origem da vida terrestre completamente ligada à alienígena.

“A imagem ilustra o que acreditamos serem micróbios alienígenas no alto da estratosfera. Nossa equipe causou um grande rebuliço nos últimos dois anos, ao afirmar que esses micróbios chegam continuamente à Terra do espaço”, explicou Wainwright.

A criatura só foi vista através da intervenção de elementos raros como disprósio, lutécio, neodímio e nióbio. Desta forma, é possível afirmar que a partícula não possui vínculo algum com qualquer tipo de vida existente na Terra.

“Essas massas das partículas são muito grandes para terem sido geradas na Terra e, assim como as formas de vida extraterrestres que encontramos, devem ter entrado na Terra pelo espaço”, encerrou o pesquisador.

Fonte: Yahoo!

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Cientistas acreditam que extraterrestres não são tão inteligentes como imaginamos


Uma invasão alienígena é um dos maiores temores da humanidade. Entretanto, esse medo todo não é justificável. Segundo cientistas, os extraterrestres não são tão inteligentes como acreditamos ser.

Uma pesquisa indica que membros de civilizações mais avançadas, se forem comparados com humanos, seriam considerados “macacos inteligentes”.

Na Escala Kardashev, elaborada para avaliar o avanço tecnológico de uma civilização, a raça humana não consegue sequer alcançar o status de Tipo 1, muito menos Tipo2 ou Tipo 3. Caso fôssemos confrontados por uma civilização do Tipo 3, não teríamos a menor chance.

Entretanto, tais seres parecem não existir, pelo menos no Universo próximo do planeta Terra, segundo o estudo. Cientistas conduziram uma varredura em busca de vestígios de uma suposta civilização do Tipo 3 em diversas galáxias.

Acredita-se que estas raças sejam capazes de produzir tanta energia que seria capaz de ser detectada por astrônomos na Terra. Após a pesquisa, os cientistas não encontraram sequer um sinal dela.

Diante dos resultados, Michael Garret, professor do Instituto Holandês de Radio Astronomia, disse que a humanidade pode ficar tranquila. “Podemos todos dormir em nossas camas tranquilamente. Uma invasão alienígena se prova extremamente improvável”.

O cientista pretende agora procurar por assinaturas energéticas de civilizações do Tipo 2. Tal raça também seria mais avançada do que a humana, mas possivelmente seria mais comum.

A humanidade está distante, pelo menos, um século ou dois de atingir o nível de Tipo 1. Essa classificação só irá ocorrer após o ser humano dominar completamente a fusão nuclear e o uso pleno de fontes de energia renováveis, como a solar.

O professor mostrou ainda um certo desapontamento por não encontrar civlizações do Tipo 3. “Talvez civilizações avançadas são tão eficientes em termos energéticos que eles produzem traços energéticos de muito baixa emissão de calor residual. Nossa compreensão atual da física pode fazer com que isso seja difícil ou impossível de ser feito.

Fonte: Yahoo!

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Cientistas afirmam que pode haver vida na lua de Saturno


Cientistas dos EUA e da Alemanha afirmaram que podem existir micro-organismos enormes e antiquíssimos em Titã, o maior dos satélites de Saturno. Segundo o artigo publicado pela revista Life, esses organismos apresentariam um sistema especial para a sobrevivência em condições extremas.

Os pesquisadores estão examinando as formas físicas e químicas de vida possível em lugares de características diferentes da Terra.

Nesse contexto, foram analisadas as diversas possibilidades de composição de um ser vivo e eles chegaram à conclusão que os organismos que poderiam existir em Marte teriam peróxido de hidrogênio como líquido intracelular, enquanto em Titã seriam baseados quase unicamente na química dos hidrocarbonetos.

Os seres vivos de Titã seriam muito diferentes dos da Terra e dos supostos habitantes de Marte, já que sua temperatura de superfície é de, em média, -180ºC e não há água em estado líquido nem dióxido de carbono.

Em Titã, o metano e o etano líquidos cumprem a função da água. As condições frias do satélite fariam com que o metabolismo dos possíveis organismos fosse muito lento, sendo suas células extremamente grandes e seu envelhecimento muito mais lento que na Terra.

Um dos autores do estudo, Dirk Schulze-Makuch, afirmou que “somente a descoberta de vida extraterrestre e de uma segunda biosfera nos permitirá testar essas hipóteses”, o que seria “uma das maiores conquistas da nossa espécie”.

Fonte: History

domingo, 9 de agosto de 2015

Stephen Hawking lança o maior programa de busca de vida extraterrestre


O famoso astrofísico britânico Stephen Hawking lançou na segunda-feira (20) um ambicioso programa que buscará vida extraterrestre no espaço, considerando que "em um universo infinito, deve haver traços de vida".

O projeto Breakthrough Listen, apoiado pelo empreendedor russo Yuri Milner, terá uma duração de 10 anos e custará 100 milhões de dólares, sendo a tentativa mais poderosa, completa e intensiva de buscar sinais de vida inteligente extraterrestre no universo.

"Em um universo infinito, devem existir outros casos de vida. Pode ser que, em algum lugar do cosmos, talvez exista vida inteligente", declarou Hawking no lançamento deste projeto na Royal Society, a academia britânica de Ciências, em Londres.

"Seja como for, não há maior pergunta. É hora de se comprometer a encontrar uma resposta, de buscar vida além da Terra. Devemos saber", acrescentou o cientista, autor de trabalhos sobre a expansão do universo, os buracos negros e a teoria da relatividade.

O projeto utilizará alguns dos maiores telescópios já criados para buscar sinais de laser e espectros eletromagnéticos.

"Breakthrough Listen eleva a busca de vida inteligente no universo a um nível completamente novo", assegurou Yuri Milner, afirmando que o projeto permitirá recolher em apenas um dia uma quantidade de dados equivalente a um ano de pesquisas.

Segundo especialistas, a zona de trabalho será dez vezes superior às precedentes. Além disso, Breakthrough Listen permitirá detectar, 100 vezes mais rápido, ao menos cinco vezes mais frequências eletromagnéticas.

Apesar dos recursos comprometidos, a busca por vida extraterrestre inteligente é "uma grande aposta", considerou um dos principais líderes do projeto, o professor de astronomia britânico Martin Rees.

"Mas a recompensa seria tão colossal que a aposta vale a pena, mesmo que as chances de sucesso sejam baixas", ressaltou.

Em paralelo a esta iniciativa, foi lançado o projeto Breakthrough Message, uma competição internacional para criar mensagens digitais que representem a humanidade.

Até o momento não foi decidido enviar mensagens ao espaço, e o projeto deve gerar debate sobre se os seres humanos devem fazer isso ou não.

"Uma civilização lendo uma de nossas mensagens poderia estar a milhares de milhões de anos à nossa frente", disse Stephen Hawking, de 73 anos. "Eles seriam muito mais poderosos e não nos dariam mais importância do que nós damos às bactérias".

O astrofísico já havia enfatizado anteriormente que a história humana fornece muitos exemplos de encontros trágicos para civilizações menos avançadas, tais como os Incas com os espanhóis.

"Queremos conhecer a história (dos extraterrestres), os seus modelos sociais, como eles concebem a origem do universo", reagiu Ann Druyan, que enviava música para o espaço por meio do programa americano de exploração Voyager na década de 1970.

Mas antes de mergulhar nessas discussões acaloradas com possíveis formas inteligentes vindas de outros lugares, a primeira mensagem poderia ser simplesmente "Olá", ela disse.

Fonte: UOL

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Europeus afirmam ter encontrado vida extraterrestre em cometa


Estamos cada vez mais perto de encontrar vida extraterrestre. E a bola da vez é um cometa de crosta negra e com lagos congelados que, segundo astrônomos, pode ter uma abundante quantidade de microorganismos vivos em sua superfície. Trata-se do 67P/Churyumov-Gerasimento.

Após análise de material obtido pela sonda pousadora Philae, que aterrissou no cometa em questão em novembro de 2014, a Agência Espacial Europeia (ESA) passou a trabalhar na hipótese de vida extraterrestre. Enquanto a Nasa segue negando a hipótese, os europeus acreditam que a possibilidade precisa ser mais levada a sério.

Um dos organizadores do projeto que gerou a Philae, feito há 15 anos, o astrobiólogo Chandra Wickramasinghe enxerga os dados obtidos como muito relevantes. Para ele, apontam para a presença “de microorganismos participantes da formação das estruturas de gelo que não são facilmente explicáveis pela química”.

A teoria europeia viria a mudar os rumos da ciência astronômica, uma vez que dados nunca antes encontrados passariam a ser alvos de estudo. As proposições feitas pelos astrônomos da ESA foram apresentados em reunião da categoria que aconteceu no País de Gales.

Fonte: Yahoo!

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Imagem da Curiosity mostra suposto fóssil no solo de Marte


Mais uma imagem vinda do robô Curiosity, da Nasa, que está em Marte, intriga seres humanos. Rodando na web, ela mostra o que seria um suposto esqueleto no chão marciano. Isso provaria, é claro, que existiu ou existe vida por lá.

A imagem não demorou para despertar os teóricos da conspiração de sempre. Jeffery Pritchett, do Reino Unido, afirmou com certeza que se trata de uma vida fossilizada.

Em Marte desde agosto de 2012, a Curiosity já foi responsável por outras polêmicas. Ela mostrou, por exemplo, imagem na qual aparecia uma rocha em formato de pirâmide perfeita. Na hora, foi comparada às pirâmides do Egito.

Apesar de toda a movimentação dos teóricos da conspiração e da polêmica causada na web, a Nasa não se manifestou sobre a imagem.

Fonte: Yahoo!

terça-feira, 21 de julho de 2015

Cientistas acham fóssil que pode comprovar vida em Marte


Astrônomos acreditam que dentro de crateras marcianas pode haver pedras preciosas com vestígio de vida fossilizada, o que seriam evidências físicas da existência de vida no planeta vermelho. As informações são da Daily Mail.

Os traços de opala foram encontrados em um meteorito marciano e pode representar vida porque eles são formados em torno de fontes termais, onde a vida microbiana prospera.

A descoberta se deu em uma fração de 1,7 gramas de um meteorito fornecido pelo Museu de História Natural, de Londres. Nakhla, como o meteorito foi nomeado, caiu na Terra em 1911, depois de ter explodido na superfície de marte milhões de anos antes.

Usando um poderoso microscópio eletrônico, os cientistas da Universidade de Glasgow identificaram pequenos traços da rocha criados pela interação de água marciana com sílica. Essa é a primeira vez que uma rocha vinda de Marte contém depósitos de opala, afirmou a Nasa.

Fonte: Terra

sábado, 11 de julho de 2015

Novos indícios apontam vida microbiana em cometa 67P


O cometa 67P, onde se encontra a sonda robótica Philae Lander da Agência Espacial Europeia, pode ser a casa de uma abundante vida microbiana extraterrestre, segundo informaram os cientistas responsáveis pela missão. As informações são do The Guardian.

Segundo foi explicado, o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko possui uma crosta negra orgânica que é bem propícia a ter vida de organismos abaixo da sua superfície gelada. A sonda espacial Rosetta, que orbita o cometa, também teria capturado grupos desconhecidos de um material orgânico que se assemelha a partículas virais.

O astrônomo e astrobiólogo, professor na Universidade de Cardiff e professor honorário na Universidade de Buckingham, Chandra Wickramasinghe, acredita que as pessoas deveriam ser mais abertas com a possibilidade de vida alienígena. “Quinhentos anos atrás, as pessoas duvidavam que a Terra não era o centro do universo”, defendeu.

Wickramasinghe e seu colega Max Wallis, da Universidade de Cardiff, acreditam que o 67P e outros cometas podem ser o lar para micróbios semelhantes aos "extremófilos" que habitam as regiões mais inóspitas da Terra.

Os cientistas realizaram simulações de computador que sugerem que esses micróbios poderiam habitar regiões do cometa, já que tais organismos conteriam espécies de sais de anticongelamento e poderiam estar ativos em temperaturas tão baixas quanto -40 °C, revela a pesquisa.

O astrônomo ainda afirma que os dados vindos do cometa através da Philae parecem apontar para a existência de "micro-organismos que estariam envolvidos na formação das estruturas de gelo, a preponderância de hidrocarbonetos aromáticos e a superfície muito escura".

A Agência Espacial Europeia enviou a Philae Lander ao cometa em novembro do ano passado, quando entusiastas comemoraram a possibilidade de explorar o solo do 67P. Depois de um período de hibernação, enquanto carregava suas baterias com a luz solar, a sonda robótica começou a funcionar em junho deste ano.

No Twitter, a sonda robótica Philae e a sonda espacial Rosetta comentam as novas descobertas, que aproximam os cientistas da vida extraterrestre cada vez mais, usando a hashtag #lifeoncomet

Fonte: Terra

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Extraterrestres sabem que existimos, segundo ex-astronauta da NASA


Nós não sabemos se há vida inteligente fora da Terra, mas provavelmente eles sabem que nós existimos. Essa é a opinião do ex-astronauta John Grunsfeld, que acredita que os alienígenas poderiam identificar a vida humana a uma gigante distância por conta das mudanças que provocamos no ambiente terrestre.

“Nós deixamos marcas na atmosfera terrestre que podem ser captadas por um telescópio gigante a 20 anos-luz e que poderia nos identificar”, disse Grunsfeld, recentemente, na Conferência de Ciência e Astrobiologia, realizada em Chicago, nos EUA.

“Se há vida inteligente lá fora, eles sabem que nós estamos aqui”, acredita o ex-astronauta, que é diretor associado da NASA em missões científicas.

Em abril, o chefe de pesquisa da NASA, Ellen Stofan, disse que daqui 20 ou 30 anos deveremos encontrar evidência de vida extraterrestre. No entanto, ele afirma que possivelmente não será uma espécie de vida inteligente como a nossa, mas algo como micróbios.

Água em lugares surpreendentes

O anúncio de pesquisadores da NASA ocorre depois da recente descoberta de água em lugares surpreendentes. O Hubble indicou uma poderosa evidência de que Ganimedes, uma lua de Júpiter, tem água salgada, um oceano subterrâneo, provavelmente localizado entre duas camadas de gelo.

Já Jim Green, diretor de Ciência Planetária na Nasa, observou em um estudo recente da atmosfera marciana que 50% do hemisfério norte do planeta já teve oceanos com mais de um quilômetro de profundidade.

O mesmo estudo descobriu que a água esteve presente em Marte por até 1,2 bilhão de anos. Também acredita-se que Europa, lua de Júpiter, e Enceladus, satélite de Saturno, possuem um oceano de água líquida abaixo de sua superfície, em contato com rocha rica em minerais.

Busca por vida

Em sua busca por vida extraterrestre, os astrônomos têm centrado o foco na procura por planetas semelhantes à Terra, que orbitam estrelas pequenas e são mais frios.

Em contraponto ao entusiasmo de alguns, o administrador da NASA, Charles Bolden, fez uma estimativa mais conservadora. Ele acredita que em 20 anos a vida será encontrada fora do nosso sistema solar.

A NASA planeja lançar, em 2020, um novo robô a Marte para procurar sinais de vida passada e trazer amostras para um possível retorno para a Terra para análises.

Um outro rover poderá ser enviado para Europa, em 2022. Na década de 2030 a agência espacial norte-americana planeja enviar humanos ao planeta vermelho. Até lá, permanecerá a pergunta: estamos realmente sós no Universo?

Fonte: History

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Robô Curiosity flagra 'pirâmide' em Marte e fomenta discussões sobre vida no planeta


Mais uma evidência ou apenas viagem de quem quer muito que isso aconteça? Imagens divulgadas pela Nasa mostram fotografias tiradas pelo robô Curiosity, que está em Marte desde 2012, que provariam a existência de vida no Planeta Vermelho.

A foto em questão aponta para uma formação rochosa no formato exato de uma pirâmide. Especialistas passaram a discutir o tema e, segundo alguns ufólogos, a pirâmide em questão não é acaso, mas sim “resultado de vida inteligente e de um projeto e certamente não um truque de luz e sombra”.

O fato de a Curiosity ter fotografado essa formação geométrica em específico fomentou ainda mais os discursos daqueles que acreditam ser essa a prova de que existe vida em Marte. Isso porque, para muitos ufólogos, as pirâmides do Egito são obras de extraterrestres.

A Nasa, por sua vez, não comentou a boataria que está rolando na internet após a divulgação da foto. A agencia espacial dos Estados Unidos se limitou apenas a divulgar os resultados da Curiosity e comemorar a nitidez das imagens trazidas pelo robô.

Fonte: Yahoo!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Alienígenas podem pesar tanto quanto ursos polares e ser mais altos do que o homem mais alto da história


Ninguém sabe se estamos realmente sozinhos ou se o universo está repleto de extraterrestres inteligentes.

Mas isso não impediu cientistas de tentar descobrir a possível forma dos alienígenas inteligentes (Clique aqui e veja cinco hipóteses sobre o formato de alienígenas).

E como o cosmólogo Fergus Simpson, da Universidade de Barcelona, argumenta em um novo estudo, a maioria das espécies alienígenas inteligentes provavelmente pesaria acima de 300 quilos — com massa corporal média “semelhante à de um urso polar”.

Se tal ser tivesse proporções humanas, Simpson disse ao The Huffington Post por e-mail, seria mais alto do que Robert Wadlow, que com 2,72m, é considerado o humano mais alto da história.

O estudo de Simpson, que está disponível no repositório de pesquisa on-line arXiv.org, é lotado de equações matemáticas de visual formidável.

Mas, como ele explicou no e-mail, seu ponto de partida foi considerar a relação entre o número de pessoas no planeta Terra e a massa corporal desses indivíduos:

“As formigas são muito mais numerosas do que nós porque são pequenas. Nossos corpos maiores necessitam de mais energia de recursos locais, por isso seria impossível conseguirmos nos equiparar à população de formigas. Agora, aplique esse conceito à vida inteligente em todo o universo. No geral, deveríamos esperar que espécies fisicamente maiores totalizassem um número menor de indivíduos do que as espécies menores. E, assim como nos países, deveríamos esperar estar em uma das maiores populações. Em outras palavras, é muito mais provável que sejamos as formigas entre as espécies inteligentes.”

Ou, segundo a explicação da revista Newsweek para o argumento de Simpson, existem provavelmente mais planetas com animais relativamente pequenos do que planetas com animais relativamente grandes.

Faz sentido imaginar que a Terra se encaixe na primeira hipótese, então podemos supor que os humanos provavelmente estão entre os seres inteligentes de menor estatura.

O que outros cientistas pensam do estudo de Simpson?

“Acredito que o cálculo do tamanho médio é razoável”, disse à Newsweek Duncan Forgan, astrobiólogo da Universidade St. Andrews, na Escócia, que não participou da pesquisa.

Mas, para Seth Shostak, astrônomo sênior do Instituto SETI, em Mountain View, Califórnia, o argumento é questionável.

“Há uma suposição aqui de que a inteligência pode vir em todos (razoáveis) tamanhos, e faz isso com mais ou menos a mesma probabilidade”, Shostak disse ao The Huffington Post por e-mail.

“Isso pode ser verdade, mas na Terra o maior nem sempre tem sido o melhor, pelo menos em questão de cérebro. Os golfinhos têm QIs maiores do que os das baleias, e os corvos são mais inteligentes do que as águias. Os polvos são mais inteligentes do que as lulas gigantes e, obviamente, somos mais espertos do que os ursos polares.”

Em último caso, disse Shostak, não temos como saber se “homenzinhos verdes são na verdade grandes homens verdes” antes de fazermos um contato de fato. Até então!

Fonte: Brasil Post

sábado, 11 de abril de 2015

Marte tem nitrogênio, elemento chave para vida


O veículo Curiosity da Nasa descobriu nitrogênio na superfície de Marte, algo significativo que contribui para evidenciar que o Planeta Vermelho poderia ter sustentado vida no passado - informou a agência espacial americana na terça-feira.

Ao perfurar rochas marcianas, o rover Curiosity encontrou evidências de nitratos, compostos contendo nitrogênio que pode ser usado por organismos vivos.

A equipe do Curiosity já encontrou evidências de que outros ingredientes necessários à vida, como água em estado líquido e matéria orgânica, já existiram no local conhecido como cratera Gale.

"Encontrar uma forma bioquimicamente acessível de nitrogênio é mais um argumento para a tese de que o antigo ambiente marciano na cratera Gale seria habitável", disse Jennifer Stern, do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland.

O nitrogênio é essencial para todas as formas de vida conhecidas, porque é um bloco de construção de DNA e RNA.

No entanto, "não há nenhuma evidência para sugerir que as moléculas de nitrogênio encontradas pela equipe foram criadas pela vida", alertou a Nasa.

"A superfície de Marte é inóspita para as formas conhecidas de vida", lembrou a agência.

A equipe de pesquisa sugeriu que, ao invés disso, os nitratos são antigos e provavelmente vieram de impactos de meteoritos, raios e outros processos não-biológicos.

Na Terra e em Marte, o nitrogênio é encontrado na forma de gás de dióxido de nitrogênio - dois átomos presos juntos com tanta força que não reagem facilmente com outras moléculas.

Os átomos de nitrogênio devem ser separados ou "fixados" para que possam participar nas reações químicas necessárias à vida.

"Na Terra, certos organismos são capazes de fixar o nitrogênio atmosférico e esse processo é fundamental para a atividade metabólica", disse a Nasa.

"No entanto, quantidades menores de nitrogênio também são fixadas por eventos energéticos como os relâmpagos".

O veículo Curiosity está atualmente no sopé do Monte Afiado, uma montanha de 5.500 metros, formado por camadas sedimentares.

Em dezembro, o robô detectou emissões de metano regulares perto da superfície marciana, mas a origem do fenômeno é desconhecida.

Os cientistas não esperam que o rover Curiosity encontre alienígenas ou seres vivos em Marte, mas esperam usá-lo para analisar o solo e as rochas em busca de sinais dos elementos-chave para a vida que o Planeta Vermelho pode ter abrigado no passado.

O veículo de 2,5 bilhões de dólares também tem como objetivo estudar o ambiente marciano para se preparar para uma eventual missão humana por lá nos próximos anos.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, promete enviar humanos para o Planeta Vermelho até 2030.

Fonte: Yahoo!