segunda-feira, 19 de maio de 2014

Curitiba está entre as cidades “campeãs” de OVNIs


Curitiba é uma das cidades paranaenses com o maior número de ocorrências de avistamento de objetos voadores não identificados (Ovnis).

Por semana, há uma média de dois a três relatos de avistamentos, segundo o pesquisador Ademar Gevaerd, coordenador do fórum e diretor da Revista UFO.

Ele relata que os pontos mais comuns dos relatos são em áreas mais abertas como as imediações do Parque Barigui e o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

Ainda na RMC, há relatos de Ovnis nas áreas abertas de Quatro Barras, Campina Grande do Sul e Piraquara.

“Na região de Campo Grande também há um grande número de relatos”, afirma o pesquisador. Outro local presente em relatos é a região da Serra do Mar, Alexandra, Itapoá, Guaratuba e Pontal do Sul, no litoral paranaense.

Os números apresentados, de acordo com Gevaerd, são baseados nos relatos oficiais de pilotos de aviões comerciais e civis durante pousos, decolagens e sobrevoos do aeroporto Afonso Pena.

Mas apesar do céu curitibano ter um grande tráfego de Ovnis, segundo o pesquisador, de 16 a 18 de maio, é em terra firme que a cidade será o centro das atenções entre os pesquisadores e interessados em Ufologia.

Na data será realizado o 2º Fórum Mundial de Contatados, que tem como foco os relatos de abduções e contatos diretos com seres extraterrestres, e conta com 500 inscritos.

O evento, uma promoção da Revista UFO — a mais antiga publicação sobre ufologia do mundo —, será realizado no Hotel Pestana e terá transmissão online, em tempo real.

Através de parceria com a empresa Meeting Play, pessoas interessadas no assunto em todo o Brasil e exterior também poderão assistir as palestras ao vivo.

“Nosso objetivo é oportunizar o encontro entre pessoas que viveram experiências semelhantes, mas muitas vezes têm receio de relatar, além de fortalecer o estudo e a divulgação da ufologia”, comenta Gevaerd.

De acordo com ele, o evento será o maior do gênero já realizado até hoje, e promete superar o sucesso da primeira edição, realizada no ano passado, em Florianópolis.

Brasil tem 150 notificações por mês

O pesquisador Ademar José Gevaerd relata que recebe uma média de 150 relatos por mês de avistamentos de Ovnis por pessoas, através de fotografias ou vídeos.

A veracidade ou não do material é avaliada por sua equipe e divulgada. Junto com outros ufólogos ele esteve a frente da campanha “Ufos, liberdade de informação já”, que cobrou do governo a disponibilização a sociedade de documentos secretos da Aeronáutica que relatariam avistamentos de Ovnis. O resultado foi a liberação de 4.500 páginas sobre o assunto.

No Brasil os relatos mais comuns são de áreas do serrado brasileiro e litoral de São Paulo, como Peruíbe e Mongaguá. De acordo com Gevaerd, os Ovnis costumam aparecer tanto durante o dia quanto à noite.

Durante o dia, os objetos mais comuns tem o relato de serem metálicos, indo da cor prateado ao chumbo, e à noite, são brilhantes.

As formas também apresentam variação e vão deste os pontos de luz, passando por esféricas, cilíndricas as formatos típicos de discos voadores, como dois pratos emborcados.

Segundo o Centro Brasileiro de Pesquisas em Discos Voadores (CBPDV), desde 1947, quando teve início a era moderna da ufologia, mais de 6 milhões de pessoas no mundo inteiro afirmaram ter tido algum tipo de contato com alienígenas — número que corresponde à população da cidade do Rio de Janeiro. Milhares dessas pessoas alegam que também estiveram frente a frente com os tripulantes dos UFOs.

O interesse no registro de avistamentos de objetos voadores não identificados, os ovnis, não é restrito apenas aos ufólogos. Em 2010, a Força Aérea Brasileira publicou no Diário Oficial uma portaria (551/GC3) que define regras para lidar com informes de aparições de Ovnis. O órgão admite ainda já ter realizado investigações oficiais sobre o assunto no passado.

Fonte: Bem Paraná
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