sexta-feira, 25 de julho de 2014

China libera confissões de general considerado o pior criminoso da Segunda Guerra Mundial - Algumas extremamente brutais


Depois do fim da Segunda Guerra Mundial, quando os criminosos de guerra japoneses foram detidos e interrogados, eles acabaram escreveram suas confissões. Recentemente, estes relatos, guardados há décadas, começaram a ser liberados ao público pela Administração de Arquivo do Estado da China, que divulgou as confissões de 45 criminosos de guerra japoneses. Os relatos foram divulgados aos poucos, um por dia. No primeiro, há a confissão da morte de, ao menos, 5.000 civis chineses. Veja abaixo:

Confissões:

"Em abril de 1942, eu matei brutalmente 235 chineses em busca de refúgio e fiz cortes abertos nas barrigas de mulheres grávidas."

"Outubro de 1942, eu matei 1.280 camponeses chineses, atirando, com baionetas, cortando e enterrando-os vivos."

"Em 1942, eu pedi para montar locais de conforto em todas as regiões onde as tropas japonesas estavam paradas. 60 mulheres chinesas serviram como mulheres de conforto".

"Em 1945, a fim de testar o método de matar pessoas por injeção de ar, eu pedi para conduzir um experimento com soldados chineses, com um preço extremamente alto."

Estes são apenas alguns dos crimes de guerra cometidos pelo tenente-general Keiku Sukuzi. Ao todo, Suzuki confessou ter matado mais de 5 mil chineses e queimado 18 mil casas. Ele também escreveu que "o número real pode ser muito maior." Suzuki foi um dos piores criminosos de guerra, que acabou condenado e sentenciado por um tribunal chinês militar. Ele foi um dos mais de 1.100 criminosos de guerra japoneses presos e interrogados na China após a Segunda Guerra Mundial.

"Os crimes incluem mortes, prisões, escravizamento e envenenando do povo chinês, estupro de mulheres chinesas, a fabricação de armas biológicas, liberando gás venenoso, destruindo cidades e aldeias e expulsando habitantes pacíficos", disse Li Minghua, vice-diretor da Administração de Arquivos do Estado. Li diz que, exceto para os nomes das mulheres de conforto - o termo japonês para escravas sexuais -, nem uma única palavra nas confissões foi cortada ou editadas. Todos os documentos foram escritos à mão pelos criminosos ou contêm suas assinaturas.

As autoridades chinesas dizem que a liberação desses arquivos não são um ato de vingança, mas, sim, uma lembrança sobre a importância da paz, porque estes materiais são a prova trágica de como as guerras podem liberar toda a desumanidade do homem.

Fonte: Seu History
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