sexta-feira, 25 de abril de 2014

Fantasma de Dior assombra ateliê da marca, diz documentarista


Reza a lenda que os corredores da sede da Dior, em Paris, são assombrados pelo estilista que deu nome à grife.

A história era contada por costureiras da maison e agora acaba de ganhar mais um testemunho. O diretor do documentário "Dior et moi" (Dior e eu), Frédéric Tcheng, disse que, durante as gravações no local, era possível sentir a presença de um espírito.

"As filmagens de cenas noturnas no ateliê foram muito intensas", contou Frédéric à revista "The Cut".

"Pudemos sentir que havia um espírito lá, enquanto estávamos sozinhos no escuro, acompanhados apenas por um vigia. Ouvimos sons que poderiam estar vindo das tubulações, mas também sentimos a presença de alguém."

Toda essa atmosfera, segundo ele, serviu como inspiração para a montagem do documentário, que estreou no Festival de Cinema de Tribeca, em Nova York, na semana passada. Frédéric optou por planos longos e lentos, com narrações off, em tom assombroso.

"Estava interessado na ideia de como algumas coisas do passado continuam vivas no presente", disse.
O filme mostra os bastidores da criação da primeira coleção de alta-costura assinada pelo estilista francês à frente da maison, Raf Simons. O trailer pode ser visto aqui.

Frédéric é conhecido por produzir alguns dos mais aclamados documentários sobre moda dos últimos tempos, como "Valentino: o último imperador" (2008), filme sobre o estilista italiano Valentino Garavani, e "Diana Vreeland: o olhar tem que viajar" (2011) sobre a excêntrica editora de moda.

Fonte: O Globo Online
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