terça-feira, 17 de novembro de 2015

Vulto aparece em selfie de mulher no mesmo prédio onde uma pessoa tinha morrido semanas antes


A britânica Natasha Boden, de 26 anos, nem quis conversa: após fazer uma foto no apartamento, sozinha, registrar a imagem e perceber o vulto, minutos depois, ao olha a foto, decidiu sair de casa.

Fez as malas e saiu do imóvel onde estava morando, em Blackpool, noroeste da Inglaterra. Um detalhe nessa história a deixou intrigada: uma pessoa morreu no mesmo prédio, semanas antes.

Natasha ficou apavorada: há algumas semanas, a equipe de uma funerária apareceu na casa dela para resgatar o corpo de alguém que morrera perto dali. Era engano. O corpo estava no andar debaixo. Ela e a filha, Dolly, de 2 anos, moraram ali por cerca de seis meses. As informações são do tabloide britânico Express.

"Eu tinha acabado de pintar meu cabelo de loiro e resolvi fazer uma foto, pra ver como tinha ficado", conta ela. "Quando fui ver a imagem, fiquei morrendo de medo. Chorei muito. Não sabia o que era aquilo atrás do meu ombro direito na foto".

"Montagem, erro da máquina? É o que muitos estão dizendo. Não acredito nisso. Tem muita coincidência macabra nessa história", argumenta. "Há algumas semanas, tinha dito a amigos, vizinhos e parentes que ouvia barulhos estranhos no meu apartamento, como tábuas rangendo e portas se abrindo. É um prédio antigo, mas não sabia que tinha essa carga de sobrenatural".

"Agora brinco, mas nem tive coragem de voltar àquele lugar", revela. O namorado, Mark Donohue, é quem foi buscar o restante dos pertences dela e da filha.

— Acho que vou ficar com medo até de fazer selfie sozinha agora. Antes não acreditava em fantasmas, Agora acredito e já me mostraram outras fotos bem aterrorizantes feitas no mesmo lugar.

Ela está morando com a única filha em um hotel da cidade, pagando cerca de R$ 240 por dia. "Jamais conseguiria ficar sozinha ou com a minha filha nesse apartamento", diz.

"Vou ficar sem dinheiro logo, por isso preciso agilizar e arrumar outro apartamento pra alugar. Só não pode ser naquele prédio. Até já rompi o contrato", lembra.

"Descobri que um vizinho meu, já com certa idade (acho que mais de 70 anos), morreu no mesmo prédio, após lutar por meses contra a doença. Outras pessoas relataram aparições estranhas depois da morte dele. Por esse motivo nem passo mais em frente ao prédio", garante a mulher.

Fonte: R7
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